segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Para atrair bons fluidos e energia positiva!

Se você não é adepto(a) dessa filosofia oriental, mas quer fazer algo para chamar as energias positivas e os bons fluidos, primeiro passo é limpar as velhas energias do ambiente, qualquer resíduo de energia negativa e criar uma base para a sua nova proposta. O que isso quer dizer? Limpar a bagunça. Comece com uma boa faxina eliminando o que não há de bacana como itens que não serão usados, elementos extras guardados há tempo. Uma dica é fazer um grande bazar com o que não será útil no ambiente e, com certeza, você consegue até uma boa grana para a reforma nova.

decoração feng shui


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como decorar


dicas de decoração


belíssimo


com banheira


para onde você faz comida


em tons equilibrados


com móveis


área externa


quarto da criança

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Passagem pela adolescência - Rosely Sayão

"Filho criado, trabalho redobrado." Esse conhecido ditado popular ganha sentido quando chega a adolescência. Nessa fase, o filho já não precisa dos cuidados que os pais dedicam à criança, tão dependente. Mas, por outro lado, o que ele ganha de liberdade para viver a própria vida resulta em diversas e sérias preocupações aos pais. Temos a tendência a considerar a adolescência mais problemática para os pais do que para os filhos. É que, como eles já gozam de liberdade para sair, festejar e comemorar sempre que possível com colegas e amigos de mesma idade e estão sempre prontos a isso, parece que a vida deles é uma eterna festa. Mas vamos com calma porque não é bem assim.
Se a vida com os filhos adolescentes, que alguns teimam em considerar um fato aborrecedor, é complexa e delicada, a vida deles também o é. Na verdade, o fenômeno da adolescência, principalmente no mundo contemporâneo, é bem mais complicado de ser vivido pelos próprios jovens do que por seus pais. Vejamos dois motivos importantes.
Em primeiro lugar, deixar de ser criança é se defrontar com inúmeros problemas da vida que, antes, pareciam não existir: eles permaneciam camuflados ou ignorados porque eram da responsabilidade só dos pais. Hoje, esse quadro é mais agudo ainda, já que muitos pais escolheram tutelar integralmente a vida dos filhos por muito mais tempo.
Quando o filho, ainda na infância, enfrenta dissabores na convivência com colegas ou pena para construir relações na escola, quando se afasta das dificuldades que surgem na vida escolar -sua primeira e exclusiva responsabilidade-, quando se envolve em conflitos, comete erros, não dá conta do recado etc., os pais logo se colocam em cena. Dessa forma, poupam o filho de enfrentar seus problemas no presente, é claro, mas também passam a idéia de que eles não existem por muito mais tempo.
É bom lembrar que a escola -no ciclo fundamental- deveria ser a primeira grande batalha da vida que o filho teria de enfrentar sozinho, apenas com seus recursos, como experiência de aprender a se conhecer, a viver em comunidade e a usar seu potencial com disciplina para dar conta de dar os passos com suas próprias pernas.
Em segundo lugar, o contexto sociocultural globalizado atual, com ideais como consumo, felicidade e juventude eterna, por exemplo, compromete de largada o processo de amadurecimento típico da adolescência, que exige certa dose de solidão para a estruturação de tantas vivências e, principalmente, interlocução. E com quem os adolescentes contam para conversar?
Eles precisam, nessa época de passagem para a vida adulta, de pessoas dispostas a assumir o lugar da maturidade e da experiência com olhar crítico sobre as questões existenciais e da vida em sociedade para estabelecer com eles um diálogo interrogador. Várias pesquisas já mostraram que os jovens dão grande valor aos pais e aos professores em suas vidas. Entretanto, parece que estamos muito mais comprometidos com a juventude do que eles mesmos.
Quem leva a sério questões importantes para eles em temas como política, sexualidade, drogas, ética, depressão e suicídio, vida em família, vida escolar, violência, relações amorosas e fidelidade, racismo, trabalho etc.? Quando digo levar a sério me refiro a considerar o que eles dizem e dialogar com propriedade, e não com moralismo ou com excesso de jovialidade. E, desse mal, padecem muitos pais e professores que com eles convivem.
Os adolescentes não conseguem desfrutar da solidão necessária nessa época da vida, mas parece que se encontram sozinhos na aventura de aprender a se tornarem adultos. Bem que merecem nossa companhia, não?

(Foto by Paloma Aimée Ferreira)

sábado, 6 de fevereiro de 2016

ARQUITETANDO COM THELMA: JARDIM EMBAIXO DA ESCADA

Olá, André Camargo, a área embaixo da escada pode sim ser transformada em um pequeno jardim e esse espaço fica valorizado com essa ideia simples, fácil de executar e muito valorizada em projetos pós modernos para interiores.
como fazer passo a passo
Para criar o jardim interno nada de plantas de raízes profundas, elas buscam espaço para se desenvolver e podem com isso perfurar o piso. Há formas de conter o crescimento, como usando manilhas de concretos, mas tal estrutura não é indicada para reforma em uma casa pronta, apenas jardins. O ideal para jardim interno é uma planta com crescimento curto, possivelmente em vasos por conta do espaço limitado.

dicas de jardim embaixo da escada
Ao planejar seu jardim interno é preciso ficar atento não apenas aos custos e mão de obra da montagem, mas também da manutenção. São necessárias regagens constantes e podem ser diárias dependendo da planta, além da manutenção e poda constante tanto para a saúde como visual das plantas e sujeira na casa com folhas mortas. É necessário um compromisso para manter o jardim lindo, e isso requer tempo e uma mão de obra qualificada.

jardim embaixo da escada
 
 
com pedras
 
 
passo a passo
 
 
imagens e dicas
 
 
embaixo da escada
 
 
jardim embaixo da escada

 
aproveitando espaços
 
 
mais espaço

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Descansando os Pés (NY)

Depois de muito caminhar pelo MoMA (Museum of Modern Art - Nova Iorque),  fui descansar os pés e admirar essas esculturas no agradável pátio que existe no local.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
(Fotos by Thelma Ferreira - Novembro 2015)

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Reformando pequenos ambientes

As mudanças no estilo de vida contemporâneo estão levando proprietários de imóveis a transformar áreas menos nobres dos apartamentos para dar novos usos a elas, mais adequados às necessidades atuais.  Uma das tendências é transformar ou eliminar os quartos de empregadas, em um cenário em que cada vez menos elas dormem no emprego. Na busca por espaço em imóveis que encolheram de tamanho, também se constata a eliminação de lavabos ou o melhor aproveitamento das antigas varandas.

 O quarto de empregada está em desuso, pois é cada vez mais raro ter uma profissional que durma em casa. Então, esta se tornando usual transformar esse quarto, melhorando o aproveitamento do espaço nos apartamentos.
(foto 1)
O tipo de uso dado a esse espaço depende das necessidades e do estilo de vida dos moradores, além da disposição do imóvel. Há situações em que é possível integrar o quarto de empregada a outros cômodos da residência, ou mesmo utilizá-lo como quarto adicional (foto 1). Outra possibilidade é transformá-lo em escritório (foto 2), closet, ampliar a lavanderia ou ampliar a cozinha, fazendo uma copa (foto 5).
 
(foto 2)
O uso dos tradicionais lavabos, antes considerados fundamentais, também está em reavaliação. Há imóveis que contam com quatro banheiros, incluindo lavabos, o que acaba tendo menos utilidade do que utilizar esse espaço como hall ou parte da sala, dependendo do estilo de vida do morador.
 
A divisão dos espaços dos apartamentos faz toda a diferença para viabilizar essas transformações.  É preciso considerar as necessidades de cada família e avaliar como esses espaços podem ser incorporados ao restante do imóvel, garantindo a utilização mais adequada ao estilo de vida atual. Por exemplo, utilizando espaços alternativos para instalar um home theater (foto 3). Nesse sentido, fechar as varandas antigas com vidros também ajuda a ampliar o espaço da sala e viabilizar um espaço específico para o home theater (foto 4).
(foto 3)
O estilo de vida contemporâneo, altamente conectado, também está demandando reformas nas instalações elétricas, para acomodar diferentes pontos de internet e TV por assinatura.
 
(foto 4)
Às vezes, são pequenas reformas ou ajustes, mas que fazem muita diferença para tornar o dia a dia do imóvel mais fácil, útil e agradável, ajudando a solucionar gargalos ou criando novos espaços. Seja qual for o objetivo, ideias criativas permitem encontrar soluções até simples e funcionais.
(foto 5)

*Fontes: Fotos Internet; texto, material de divulgação recebido por email - gp comunicação*

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Tapetes Listrados!

Amo listras, e a tendência agora são os tapetes listrados, que podem e devem ser o destaque que falta para arrasar na decoração da sua casa.







Ambiente moderno, com sobreposição de tapetes, sendo um neutro de cor cinza (fio de nylon) e o outro de listras desencontradas em preto-branco (kilim). Esse loft é um exemplo de como pequenos detalhes mudam o ambiete.



Sala despojada, com decoração em azul e branco e tapete grande listrado na mesma cor.



Sala com tapete listrado em azul e branco (foram usadas duas peças iguais, demarcando as duas salas, que são opostas) + detalhes em bege e vermelho.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

SUPORTE DE PAREDE

Suporte de parede em acrílico para ambientes pequenos, ideal como criado mudo.
Muito prático.


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Casa Cobogó

Projetada pelo  arquiteto Márcio Kogan, batizada de Casa Cobogó porque esse elemento foi muito utilizado nas fachadas, permitindo a ventilação natural e formando lindos jogos de luz e sombra com a iluminação natural que incide sobre ele.
 
Arquitetura moderna, com linhas retas nas fachadas e espaços amplos e integrados com o exterior. Além do cobogó, que ajuda nessa interação, foram usadas grandes esquadrias deslizantes de vidro e painéis sanfonados de treliça de madeira.
 
Piscina inspirada nos jardins japoneses tem formato de lago.  A jabuticabeira ocupa um lugar de destaque, proporcionando uma bela paisagem.
 
O cobogó é assinado pelo escultor austríaco Erwin Hauer.
 
As esquadrias enormes panos de vidro que deslizam permitindo abertura total da sala para o jardim. Piso da sala e varanda em ladrilho hidráulico.
 
Além de bonito efeito, bloqueiam a visão do ambiente interno, deixando passar ventilação e luz natural. Recurso inspirado no muxarabi da arquitetura árabe, e incorporado à arquitetura brasileira.
 
Detalhe dos painéis sanfonados, que permitem abertura total. Todo o piso do andar superior é de tábua corrida de madeira com veios bem marcados.