domingo, 24 de junho de 2018

LEIA COM ATENÇÃO: SÓ PRA FAZER PENSAR!!!

Uma mulher tinha uma cobra de estimação que amava muito. A cobra media cerca de 2 metros e meio de comprimento. 
Um dia o animal simplesmente parou de se alimentar. 
Após várias semanas tentando tudo o que podia para fazer a cobra comer, 
a mulher a levou ao veterinário. 
Ele fez algumas perguntas sobre o comportamento do animal nos últimos dias:
 "Quando você dorme com ela em sua cama, na manhã seguinte, como ela está "deitada"?" A mulher respondeu : "Geralmente está esticada ao meu lado, outras vezes sobre mim, 
e outras na cabeceira aos pés da cama, e eu não posso fazer nada para ajudá-la". 
O veterinário , preocupado, pediu para ela deixar a cobra no consultório pois corria um grande perigo. "Essa cobra não está mais comendo por um motivo simples: 
ela está se poupando, se preparando para DAR o BOTE em VOCÊ. 
Quando está na cama, esticada ao seu lado, 
não está fazendo nada menos do que medir o seu tamanho, 
para ver se já é capaz de te Engolir."
Nem todo "CARINHO" é carinho.
Nem todo o "AMOR" é amor.
Aprenda a saber a diferença.
O inimigo pode se aproximar com falsa amizade demonstrar amor ternura carinho ciumes precaução te cercar de forma a não deixar nem pensar com sua mente melhor te sufoca se aproxima como uma pura amizade enquanto isso conhece toda sua vida seu ponto forte e fraco pra DAR O BOTE CERTEIRO...
VIGIA QUEM SE APROXIMA DE TI
MEDITA UMA Lição De Vida

sábado, 23 de junho de 2018

COLUNAS DE SOM ILUMINADAS PARA "SALA DE CINEMA EM CASA"

A Yamaha fez uma parceria com a Koizumi (especialista em iluminação) e lançou as suas colunas YST001. São colunas com retro-iluminação que tornam a experiência do "cinema em casa" bem mais agradável.
A intensidade luminosa pode ser ajustada em até vinte por cento da potência máxima, via controle remoto. Vai dar muito mais prazer e conforto ver filmes em grande estilo.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

As louças da designer Débora Chodik

A paulista Débora Chodik é designer de estampas que sempre teve contato com moda, trabalhou para marcas de roupas como a Riachuelo e Reinaldo Lourenço, até descobrir outra paixão: ao visitar a Espanha, ficou encantada com a área de estamparia. O trabalho surgiu mesmo juntando isso a necessidade ao procurar itens de decoração para sua casa. Hoje ela tem uma marca com seu nome e cria padronagens diferentes em diversos itens! Também trabalha com aventais e biquínis, suas louças e porcelanas que me encantarão. São conjuntos de pratos, vasos, xícaras com estampas que misturam figuras geométricas, flores, animais e até insetos. A marca é divertida e o conceito é bem moderno!











https://www.deborachodik.com/

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Espelho apoiado no chão!

Uma solução criativa para os vários ambientes da casa é ter um espelho apoiado no chão, sem precisar furar parede para pregar.  Só não é recomendado para quem tem animais e/ou crianças em casa, por ser perigoso, pois pode cair.
















quarta-feira, 20 de junho de 2018

A ARTE DE DECORAR (DISTRIBUIÇÃO/PROPORÇÃO - PASSO 2)

Você já definiu quanto quer gastar, sabe o que busca na decoração da casa em termos de estilo e solução de necessidades, e já definiu um cronograma de tarefas. Pois bem: agora, pegue a trena e meça a casa inteira. Comece a distribuir no papel: móveis que deseja pelos ambientes. Qual o tamanho da sala?

                   

DISTRIBUIÇÃO: A parede tem quatro metros e aquele sofá lindo que você viu numa loja tem três, avalie que outros móveis será possível usar no mesmo ambiente. Será que vai dar para colocar uma mesa lateral? A distribuição interfere na circulação das pessoas, na forma que vão andar pela casa.

PROPORÇÃO: É a relação entre o tamanho das coisas. A mesa de jantar tem oito lugares (grande), comporta um belo vaso de flores no centro; caso coloque um pequeno arranjo de mesa, ele passa despercebido. Ou, se a mesa de jantar tem quatro lugares (pequena), ao colocar um vaso enorme sobre ele vai ficar destoante. Na hora da escolha, é importante avaliar a proporção do móvel em relação a outros elementos da decoração - como poltronas, pufes, estantes e mesas de apoio.


Descubra as medidas que ajudam a organizar a casa. Ao sair para comprar móveis, solicite as medidas aos vendedores. Não decida já pela compra. Vá em casa e certifique-se de que o móvel cabe naquele espaço, além de combinar com a decoração.

A seleção do tecido também merece atenção, cores neutras e tecidos lisos são aposta garantida, enquanto estampas e adamascados vão bem em almofadas, estofados de cadeiras e poltronas ou, ainda, nas cortinas.

Uma dica para visualizar os móveis: Cole fita crepe no piso, no lugar onde os móveis ficariam (as medidas deles você já têm). Lembre de usar apenas móvei
s necessários à sua decoração. Assim não se polui o ambiente nem impede a circulação.


terça-feira, 19 de junho de 2018

A ARTE DE DECORAR (PASSO 1)

A arte da decoração é a busca de um lugar especial, que atenda às nossas necessidades e que nos faça sentir bem. Aquilo que de fato é importante não se esconde em objetos, móveis e espaços, mas na combinação desses elementos que refletem o que somos e estimulam emoções, sentidos, memórias. Algumas perguntas que você deve se fazer (e as decisões que provavelmente tomará de acordo com as respostas):
1) Quais são os hábitos da minha família? Se responder que vocês adoram fazer churrasco no final de semana, provavelmente seu foco na decoração privilegiará as áreas externas e os móveis de jardim. Se responder que adoram ver filmes juntos, vai precisar ficar de olho em sofás confortáveis e bons equipamentos eletroeletrônicos.
2) Gosto de receber? Se sim, sua sala terá uma distribuição que propicia a conversa e talvez compense investir em bons jogos de jantar, belas toalhas de mesa. Já se a resposta for não, muito provavelmente, os modelos de sofá e a forma de distribuí-los serão diferentes.
3) Uma sala para mim é tão importante, a ponto de eu querer derrubar as paredes de um quarto para que ela fique maior? Se sim, paredes virão abaixo. Se não, tudo fica como está.
4) Gosto de ambientes coloridos ou me sinto melhor em lugares mais clean? A resposta definirá se as cartelas de cores serão suas grandes aliadas ou se o branco e o gelo predominarão.
5) Gosto de cozinhar? Quem gosta de cozinhar, precisa de grandes bancadas e bons acessórios. Quem mal entra na cozinha, não precisa de muito espaço, nem de eletrodomésticos de última geração.
6) Em que ambientes da casa passo a maior parte do meu tempo? Com a resposta, você será capaz de definir o que decorar (ou redecorar) primeiro.
Há várias outras perguntas. E elas surgirão fazendo você criar, no seu imaginário, a casa que atenda a tudo o que você precisa. As respostas serão seu guia para definir os tipos de móveis e o estilo da decoração que você quer para sua casa.
Mais alguns exercícios que podem ajudar você a separar o que é sonho do que é necessidade: pesquise na internet, em revistas de decoração e olhe, com atenção, veja essas fotos de decoração que estou postando.
Tente se imaginar nos ambientes que está vendo e perceba o que você sente. Tente avaliar se o local onde estão os sofás atenderiam a você. Tente perceber se a distância entre a pia, o fogão e a geladeira estão confortáveis.
Também passe a observar, com olhar clínico, as casas dos amigos – converse com eles sobre as escolhas dos móveis e descubra o que eles mudariam em suas casas.
Tudo isso vai ajudar você a formar um novo repertório. Há ainda outra orientação para discernir entre onde é fundamental investir de onde não é: responda quanto tempo você pretende ficar no seu atual imóvel.
Se você pretende ficar num lugar por vários anos (e, claro, não é do tipo que gosta de trocar a decoração com muita freqüência), pode pensar em investir em itens mais caros – com bom design, conforto e durabilidade.
Mas se vai mudar em dois anos, por exemplo, sua necessidade é outra: itens mais econômicos (não necessariamente desconfortáveis, mas que, talvez, tenham uma vida útil menor).


segunda-feira, 18 de junho de 2018

A mão que balança a rede!

Já dizia Câmara Cascudo que não dá nem para comparar a rede com a cama: 
“O leito obriga-nos a tomar seu costume, ajeitando-se nele, procurando o repouso numa sucessão de posições. A rede não: ela toma o nosso feitio, contamina-se com os nossos hábitos e repete, dócil e macia, a forma do nosso corpo. 
Do jeito que a gente deita ela se molda.”
Amo uma boa e larga rede, mesmo sendo usada só nos meus momentos de descanso e deleite, ela  lembra o gesto de ninar, o colo, o aconchego.












domingo, 17 de junho de 2018

O gol da ressurreição - Armando Nogueira.

Se, por milagre dos deuses, o velho Nenem Prancha tivesse descido à terra brasileira, nos últimos dias deste ano penoso, certamente que o inefável filósofo do futebol estaria, hoje, tornando aos céus pra lá de contente. Ele teria visto o galante Rai empolgar a multidão do estádio com esplendor de seu futebol: Rai pintou um arco-íris no horizonte do Morumbi. Nenem Prancha teria visto, ainda, o Maracanã todo prosa, olhos fitos nos cabelos brancos de Júnior, que, à beira dos 40 anos, anda jogando o futebol de príncipe com que sonham todas as bolas deste mundo: cada fio de cabelo branco é um passe certo que Júnior deu na vida.

Viveu, enfim o futebol um desfecho de temporada realmente memorável em que nada faltou nas grandes decisões: jogos vistosos, lealdade na luta, ânimo ofensivo, dribles insolentes, passes comoventes e gols da melhor invenção brasileira: gols de sem-pulo, gol de cabeça, gol de tabelinha, e até o sempre querido gol sem-querer. Só não se fez mesmo foi gol de bicicleta: e não se fez porque, como é público e notório, a Casa do Pedro tinha acabado de vender toda a frota nacional ao Ministério da Saúde.

Só não se fez gol de bicicleta porque o Ministério da Saúde tinha comprado todas

E pensar que terminou assim, triunfalmente, um ano que transcorria debaixo do mais alarmante baixo astral. Em dado momento, cheguei a temer pela sorte do futebol, tal a degradação a que a estupidez humana estava arrastando os valores do jogo mais apaixonante do mundo. A falta de ética que afeta a vida pública brasileira invadiu os estádios, subvertendo todos os códigos de conduta dentro e fora do campo. Em vez do drible, um pontapé; em vez de um passe, um cachação. Era a lei da selva escancarando a pusilanimidade dos árbitros que faziam vista grossa ao vasto repertório de anti-jogo, que vai da cera despudorada à brutalidade mais gratuita. A desfaçatez da arbitragem era mais revoltante ainda porque coincidia com a última palavra de ordem da FIFA, que mandava punir, com expulsão, a rasteira, o pontapé traiçoeiro e outros golpes desleais que ferem fundo a essência do futebol.

Lá em cima, as arquibancadas iam ficando cada dia mais desertas: nem as bandeiras que tanto enfeitam o estádio, nem mais a singela coreografia das torcidas, aquecendo o espetáculo e enriquecendo a trilha sonora de cada gol com o seu canto festivo.

Foi naqueles dias amargos que baixou em mim, certa vez, um tremendo acesso de melancolia. Que diabo, eu venho de outras eras. Sou dos tempos em que o futebol brasileiro sabia refinar sua técnica, elevando-a às culminâncias da arte: o drible era poesia, o passe era prosa, o chute era êxtase e o gol, delírio pleno.

Sitiado de tristeza, eu me perguntava sem eco: terá sido em vão aquele drible à direita que Garrincha inventou e que nos deu de mão beijada como herança maior?


E a "folha seca" com a qual mestre Didi decretou o outono de tantos goleiros pelos campos afora? E o milagre de Pelé, cujos gols - como eu já disse - eram tramados na véspera, pois, matreiro como ninguém, ele trazia de casa as traves e a bola do jogo...

Belas tardes em que a bola solar de Gérson, Tostão e Rivelino espalhava contentamento pelos campos mexicanos no mundial de 70. Eu tinha orgulho de chorar em público as lágrimas de alegria que não eram só minhas porque de todos nós, irmãos gêmeos de Carlos Alberto, de Jairzinho e Clodoaldo. Até hoje, eles dão a volta olímpica no Azteca da minha infinita saudade.

Bem-vindo sejas, doce Nenem Prancha, tu que me ensinaste a decifrar os mistérios da linha de fundo, fosse nos pés de Tesourinha, fosse nos pés de Garrincha ou de Julinho: tu que me mostraste, pela primeira vez, onde luzia o talento de Heleno de Freitas e a chispa certeira de Ademir Menezes. Tu que tanto louvavas com olhar reverente a majestade de Nilton Santos.

Faz de conta que estivesse aqui conosco, assistindo às esplêndidas finais do futebol brasileiro, no ocaso deste ano.

E, como sei quanto estimas o esporte da nossa paixão comum, com certeza não deixarás de contar aos nossos saudosos amigos, aí de cima, que o infante Elivelton fez, contra os tchecos, em Goiás, o que há de ficar na memória dos olhos como o gol do ano. Ele driblou uma fila de três e mais teria driblado se mais houvesse em seu vertiginoso caminho. À entrada da grande área, destampou o garoto um chute digno dos tempos venturosos da seleção. Um gol que transcendeu as malhas da rede para consagrar-se como um símbolo- o símbolo, quem sabe, da ressurreição do futebol brasileiro.