segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Casa de Bordeaux, Rem Koolhaas












Essa obra-prima da arquitetura foi projetada pela empresa OMA, em 1998; e foi construída em Bordeaux, na França – exatamente como diz seu nome. Seu programa de necessidades previa ambientes para uma família cujo pai precisava andar de cadeira de rodas. Este chegou a dizer ao chefe da equipe de projetos, Rem Koolhaas, que “ao contrário do que você esperaria, eu quero uma casa complexa porque a casa vai definir o meu mundo”. E foi assim que os criadores viram esse trabalho, não apenas como uma simples casa, mas uma “máquina para viver”, adaptável, dinâmica e em constante estado de redefinição.



A OMA propôs um volume bastante simples para a Casa de Bordeaux. Ele é organizado em três níveis, ou andares, que definem toda a organização espacial, assim como as elevações da edificação. O primeiro é visualmente mais pesado, como um labirinto fechado, onde se encontram os ambientes de atividades íntimas da família. E o segundo é mais transparente e serve para as áreas de estar, fornecendo amplas vistas para a natureza ao redor.


Já o último nível é o mais opaco. É nele que ficam todos os dormitórios. Esses ambientes são iluminados por meio de orifícios, de diferentes tamanhos, que foram recortados nas fachadas. Parece que este volume, mais ao topo, está flutuando sobre os demais. Mas, não, isso é apenas uma ilusão devido ao vidro transparente do segundo andar. A ligação entre cada setor fica por conta de um elevador e uma bela escada em espiral.

domingo, 17 de novembro de 2019

COMEÇO A SEMANA REPENSANDO COM DRUMMOND:

“A cada dia que vivo, 
mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, 
nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade. 
A dor é inevitável. 
O sofrimento é opcional.”

(*Carlos Drummond de Andrade)
*Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) - Mineiro, jornalista, cronista e poeta. Um dos mais importantes nomes da literatura brasileira do século XX. Escrevia com um sentimento terno e amargo diante dos absurdos e da beleza da vida.

sábado, 16 de novembro de 2019

ARQUITETANDO COM THELMA - APARADOR DE FERRO!

Antônia Cardoso, se quer aproveitar uma antiga grade de ferro como um belo aparador para seu hall de entrada, faz muito bem, reaproveitando e dando outro uso a grade e tendo a certeza que seu móvel será único. Abaixo segue fotos para lhe inspirar!






















sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Parábola, parábolas feitas de latão:

"Reflexão baseada em como a luz viaja através de uma superfície sólida, 
o início e o fim, a escuridão, a escuridão até o amanhecer, sobre tensão e flexão, 
nas parábolas de Felix Candela".








quinta-feira, 14 de novembro de 2019

ILHA DE ITAPARICA - BAHIA / BRASIL

Na ilha de Itaparica passei a maior parte dos meus verões com minha filha até ela completar seus 15 anos. Bons e velhos tempos, quando encarar a fila do ferry-boat (na epoca não existia passagem com hora marcada) trazia felicidade e renovação pela perspectiva de passar um fim de semana na praia e em família.




História resgatada dos professores de escolas públicas da ilha de Itaparica: No ínicio do mundo, uma ave de plumas brancas partiu do centro do universo, numa viagem em busca de um paraíso para pousar. Após dias e noites voando, escolheu o litoral de uma terra imensa, onde caiu morta de cansaço. Suas asas se transformaram em praias e, no lugar onde seu coração tocou o solo, abriu-se uma enorme depressão, invadida pelas águas. De seu sangue, formaram-se as 56 ilhas da maior e mais bela reentrância do país, a Baía de Todos os Santos, ou Kirymuré-Paraguaçu, segundo os primeiros habitantes da ilha de Itaparica, os índios tupinambás.


O próprio nome Itaparica vem do tupi significa "cerca de pedras", referência aos arrecifes de corais que bordejam a ilha e reduzem a força das ondas, o que explica porque suas praias têm águas rasas, mansas e mornas.
Calmaria é o nome desse pedaçinho de terra de 246 km2 preservado de mata atlântica, restingas e manguezais. É um verdadeiro convite ao ócio.
Dista 13 km de Salvador  (menos de uma hora de travessia de lancha ou ferry boat).
Para ficar sabendo tudo sobre essa ilha afrodisíaca, acesse o blog:
http://ilhaitaparica.com/blog/

A posição estratégica e as belezas naturais transformaram a ilha em alvo de ataques dos corsários ingleses, século 16, e de invasões de holandeses, que chegaram ali para se fixar entre os anos de 1600 e 1647, quando foram definitivamente expulsos pelos portugueses. Deste episódio foi erguido um dos mais belos monumentos de Itaparica, o Forte de São Lourenço, construído sobre as ruínas da fortaleza deixada pelos holandeses. É ali que funciona até hoje a única área de desmagnetização de navios do país.
Bem próximo ao forte está o Solar do Rei, casarão construído em 1606 e que funcionou como sede da Casa do Contrato das Baleias. O Solar hospedou os imperadores D. João VI, D. Pedro I e D. Pedro II.

Vale a pena, mesmo sem ser verão ainda, desfrutar da ilha, tem bons resorts para relaxar, curtir e cantarolar aquela musica da Rita Lee: "...Nada melhor do que não fazer nada, só pra deitar e rolar com você..."

FONTE: PESQUISA NA INTERNET

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

OBRAS DO ARQUITETO RICARDO LEGORRETA

"Minha obra é inteiramente repleta de luz. Esses são os elementos físicos. Os outros são a emoção e o mistério. Arquitetura sem emoção não é arquitetura. Arquitetura não se define com palavras, transmite-se com emoções. Um espaço pode ser lindo, mas, se não ilumina o espírito, não é arquitetura. Eu adoro o mistério, não só na arquitetura, mas na vida. Gosto de descobrir. Ir a algum lugar sem saber o que vou fazer ou o que esperar daquele lugar. Não existe uma arquitetura genuína sem o mistério de descobrir os espaços pouco a pouco, de vê-los cada vez de uma maneira diferente."
As palavras acima são do arquiteto Ricardo Legorreta, 78 anos, e eu estava lendo seu livro "Ricardo Legorreta – Sonhos Construídos" (coleção Educação do Olhar; Be Editora), conferindo que nenhum outro grande arquiteto contemporâneo tem uma obra tão inconfundível quanto a dele, ninguém usa tanto a cultura de um povo como referência para criar. As cores vivas das casas dos pueblos, a grandiosidade das ruínas maias e astecas e a amplidão geográfica são constantes na obra desse arquiteto que define a própria profissão como sendo a de "fazedor de sonhos". Os elementos principais na obra de Legorreta são o muro e a parede, não só porque protegem, mas porque delimitam e definem o espaço; as proporções, no contraste dos grandes espaços com os pequenos espaços e a luz.
Duas influências em sua carreira vem de dois arquitetos modernistas mexicanos: José Villagrán, introdutor do modernismo na arquitetura mexicana, de quem ele foi sócio) e Luis Barragán, grande mestre da combinação de luz e espaço.
Confiram alguns trabalhos do arquiteto nas fotos abaixo:
CONJUNTO PLAZA JUAREZ - Situada no centro histórico da Cidade do México, o arquiteto Legorreta fez o monumental conjunto que inclui um parque atrás de um antigo convento, hoje Templo de Corpus Christi.

HOTEL CAMINO REAL - Primeira obra de relevo do arquiteto, ele foi pensado para ter pátios abertos com fontes e espelhos d'água ligando as amplas áreas públicas.
CASA DE RICARDO MONTALBÁNO - Casa em Los Angeles do ator, que faz questão de mostrar aos americanos os valores da cultura mexicana. Foi a obra que projetou Legorreta nos EUA.
CASA EM SANTA FÉ - Com muita luz natural e aberturas para integrar a casa ao meio ambiente são os traços marcantes nessa obra. A água é, como sempre, elemento indispensável.
CAMPUS DA UNIVERSIDADE DE SÃO FRANCISCO - Átrio do centro de convívio da universidade californiana tem o teto transparente, que deixa passar luz natural para formar um ambiente agradável bem no centro do campus. Dali são acessados os outros edifícios do conjunto universitário

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Tetos Celestiais - Alemanha

Teto da catedral de Aachen
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Teto da Capela - Catedral de Aachen, Aachen.


 Catedral de Colónia, Colónia.

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

ARQUITETANDO COM THELMA: TAPETES EM PRETO E BRANCO!

Daniel Alvarez, o tapete preto e branco é uma peça curinga na decoração de qualquer ambiente. Seja com design listrado, chevron, geométrico ou animal print não importa, quando estas duas cores entram em ação e são muito bem combinadas, o resultado pode ser realmente encantador.