terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

IDÉIA CRIATIVA - CENTRO DE MESA DE CABIDES

Que tal usar aqueles cabides de madeira (4 unidades), parafusos e um jogo americano de palitinho (os das lojas de R$1,99) para criar um centro de mesa ou fruteira?

Passo-a-Passo: 1. Desmonte os cabides e pinte na cor desejada. 2. Ao desmontar o cabide separe a parte superior (mais grossa vai servir de apoio e contorno da estrutura) - faça 05 furos -, da parte inferior (que é mais fina) - vão ser parafusadas nos furos feito na parte mais grossa em arcada. 3. Com a estrutura montada é hora de colar o jogo americano em cima da armação feita com cabides.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

NEW MUSEUM (NOVA IORQUE - USA)

Projeto da dupla de arquitetos japoneses do escritório da  SANAA, o New Museum, no Lower East Side (Nova Iorque - USA). que depois de perder sua sede para a especulação imobiliária no SoHo, o museu migrou para a área menos abastada da cidade e apostou no projeto arquitetônico, uma espécie de pilha de caixas metálicas translúcidas, para se fixar no entorno degradado.

Nova York não é só consumo, também é cultura, nada melhor para fugir do circuito Gugg-MoMa de museus, do que o New Museum. Exclusivo de arte contemporânea, com arquitetura moderna e interessante. Fica em Lower East Side, região da Bowery, reduto da boemia, que se afirma como região de galerias de artes que fugiram do Meatpacking District devido ao modismo e aluguéis caros.
                       
Surgiu em resposta às necessidades de uma instituição com atitude, que expõe temas de caráter político, provocativo e polêmico.


Contrastando com a uniformidade dos tijolos vermelhos dos edifícios do entorno, pelo formato assimétrico, e pela função.                                          
A criação do edifício se deu através de concurso público oferecido pelos investidores do Museu.




Lobby é espaço livre, subdividido por móveis e elementos divisórios. A divisória curva de madeira e tela metálica, abriga uma lojinha.


A Biblioteca do museu é banhada de maneira farta por luz natural. 
Vista do café, ao fundo do lobby.

Balcão de atendimento e venda de ingressos tem grafite preto e branco atrás, e já da um preview do tipo de arte a ser encontrada no seu interior.


Vista da porta do elevador principal.





O banheiro feminino mistura uma estampa tradicional, o floral, com um revestimento atual, a pastilha de vidro.



Vista de uma das circulações verticais internas, onde predomina 
concreto e paredes brancas.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

JÁ É CARNAVAL CIDADE... (SALVADOR - BAHIA / BRASIL)

A abertura do Carnaval de Salvador 2012, que é um dos mais famosos do mundo, foi realizado na quinta feira próxima passada no centro da cidade (Praça Municipal). Se misturar na multidão que sai às ruas durante os cinco dias, que podem chegar a ser uma semana, é tudo de bom, nem que seja apenas para ter acesso aos camarotes. Boa folia!

Pesquisa feita na internet.

NÃO SEI QUEM É O AUTOR DESSA COISA, MAS SÓ SEI QUE É UMA COISA BOA DE LER...

"Coisa"
A palavra "coisa" é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português.

A natureza das coisas: gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar". E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?".

Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio. "E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios" (Riacho Doce, José Lins do Rego). Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha..

Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: "Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já." E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha.

Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943.. A Coisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.

Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem, que lá é chamado de "a coisa". A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!".

Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...)". A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro. "Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca." Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.

Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).

Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim!

Coisa de cinema! A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o seu Coisa no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70. E no programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira faz o personagem "Coisinha de Jesus".

Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira "coisíssima". Mas a "coisa" tem história na MPB. No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré ("Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar"), e A Banda, de Chico Buarque ("Pra ver a banda passar / Cantando coisas de amor"), que acabou de ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou. Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava

nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro".

Cheio das coisas. As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração, Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração. Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o "rei" das coisas. Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas.

Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade (afinal, "são tantas coisinhas miúdas"). Já para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade ("ô coisinha tão bonitinha do pai"). Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal. "Esse papo já tá qualquer coisa...Já qualquer coisa doida dentro mexe." Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano, que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem."

Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar. Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal. O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques. O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.

A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral. Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: "Agora a coisa vai." Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas!

Coisa à toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer, um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa".

Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas? Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más.

Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda. Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento: "amarás a Deus sobre todas as coisas".


ENTENDEU O ESPÍRITO DA COISA?

sábado, 18 de fevereiro de 2012

ARQUITETANDO COM THELMA - QUARTO PARA MENINO

Bom dia Solange Costa, você pediu por e-mail algumas sugestões para o quarto do seu filhote Lucas, segue abaixo algumas fotos. O importante na decoração é que você veja as preferências dele, cores prediletas, se gosta de futebol, voley ou surf e faça um quarto temático para que tenha a cara do dono. Se ele coleciona algum objeto, exponha-os em prateleiras para dar personalidade ao ambiente.












Pesquisa feita na internet.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

VAMOS PARA A EXPO REVESTIR AGORA EM MARÇO

Já providenciei os credenciamentos, hotel e transfer, agora vamos arrumar as malas e seguir em direção a São Paulo, já que acontece de 06 a 09 de março de 2012 a Feira Internacional de Revestimentos.  Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 - Santo Amaro (SP - SP / Brasil).
                      

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A ARTE DE HANS HOFMANN

Hans Hofmann (1880-1966) é uma das figuras mais importantes da arte americana do pós-guerra. Celebrado pela exuberância de suas telas cheias de cores. Professor de renome e influência para as gerações de artistas de primeira na sua Alemanha natal, depois em Nova York e Provincetown, teve um papel fundamental no desenvolvimento do Expressionismo Abstrato.









Quando estava perto de completar 70 anos de idade, teve uma explosão deslumbrante de energia que marcou suas telas em fins dos anos 1950 e 1960, que assegurou a sua reputação.Com seus empilhados, sobrepostos e flutuantes retângulos e claras, tons saturados, estas pinturas extraordinária continuou até o fim de sua longa carreira.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

CONHEÇA ESSA CASA EM UMA ILHA (SUÉCIA)

Conheça essa incrível residência, localizada há milhas de distância de Estocolmo, Suécia. Com espaço amplo e suas paredes brancas, combina madeira, vidro e pedra. Pelas enormes janelas é possível enxergar o mar e todas as paisagens que a ilha proporciona. Lugar perfeito um refúgio, onde se esquece de todo stress da vida urbana.














PESQUISA FEITA NA INTERNET.