terça-feira, 21 de julho de 2009

BIBLIOTECA INTEGRADA AO VERDE

"Dependendo da luz que incide sobre a construção,
graças às paredes de vidro do andar inferior,
é possível ver ou as prateleiras com os livros ou a vegetação."
(Declaração do autor dessa biblioteca, o arquiteto Dominique Marc Wehrli)






segunda-feira, 20 de julho de 2009

FECHAMENTO EM PAINEL DE ALUMÍNIO - ESCOLA TOMASI - PARIS (FRANÇA)

Esse projeto resolve a Entrada da Escola Tomasi, París (França), concebido pelo escritório de arquitetura Hondelatte Laporte Arquitetos, no ano de 2006. O fechamento é feito com painéis de alumínio retangulares disposto no sentido vertical (tipo laminas), o que causa uma transparência e leveza ao ambiente pelos seus pontos (parece até aquela tela tipo moeda que conhecemos por aqui) perfurados aleatoriamente.



CÚPULA DA CATEDRAL DE FLORENÇA (ITÁLIA)

Em 1528, o escritor italiano Baltasar Castiglione, observando a cúpula da Catedral de Florença fez o seguinte registro:
"De Deus nasce a beleza, é como um círculo cujo centro é a bondade;
como não pode existir círculo sem centro não pode existir beleza sem bondade".

Na Florença de 108 anos, o jovem arquiteto italiano Fillipo Brunelleschi pensou sobre o espaço arquitetônico e na melhor forma de construir uma imensa cúpula com 91 m de altura, diâmetro de 45,5 m, em forma dupla com 463 degraus no interior, um peso de aproximadamente 37.000 toneladas e utilizando cerca de 4 milhões de tijolos tudo isso sem o uso de andaimes. Venceu o concurso para realização da obra e transformou a cúpula da Catedral de Florença em um local de investigação científica e simbólica. Suas estruturas eram uma novidade para a época assim como a extraordinária dimensão da cúpula que acabou atraindo cientistas interessados em testar novas teorias e tecnologias.

Galileu pode jogar balas de canhão da Torre inclinada de Pisa para provar de maneira ocular que os corpos arremessados do alto descem com igual velocidade independente de peso. Gustave Eiffel estudou a aerodinâmica do alto de sua torre. A altura e estabilidade da cúpula permitiram ao astrônomo Toscanelli obter um conhecimento superior do movimento da órbita da terra ao redor do sol, o que permitiu calcular o exato momento do solstício de verão e do equinócio vernal. Esses cálculos serviram a um propósito eclesiástico também, algumas datas religiosas, como a Páscoa, puderam ser reguladas. A descoberta acabou por servir a fins profanos e científicos que ajudaram as grandes navegações a chegarem no novo mundo.

Em 1420 começou a tomar forma o projeto audacioso que precisou de um estudo acurado das construções da antiga Grécia e Roma. Brunelleschi usou o modo construtivo de tijolos inter travados sem nenhum tipo de apoio subindo em círculos e se fechando assim como ele tinha estudado no Panteão Romano e nas ruínas em Roma. Brunelleschi estava convencido que através da física matemática e outras ciências relacionadas, isso seria possível. Ele projetou oito lados simbolizando os oito lados de uma flor dando assim origem ao nome Santa Maria del Fiore e uma única cúpula significa a fé em um único Deus. A cúpula é vista de quase toda a cidade como queria Brunelleschi, era "para cobrir o céu da Toscana".

Quatorze anos depois a obra estava concluída faltando apenas a lanterna que fecha o topo. Observamos que várias partes da Catedral mostram as diferentes fases do gosto durante o longo tempo passado durante a fundação da igreja e sua finalização. O estilo romanesco aparece na forma dos arcos exteriores e no interior os seus imensos arcos, portas e janelas apresentam uma feição gótica. O domo é pura arte da Renascença e a fachada é em estilo gótico. No lado norte da catedral, a Porta da Mandorla, datada do século XV, apresenta uma influência gótica tanto no desenho arquitetural quanto na decoração. Ainda no interior, na forma de uma cruz latina, apresenta-se a nave e os corredores laterais. Maciços pilares com capitéis compósitos suportam as imensas e curvas abóbadas góticas dando ao conjunto arquitetônico uma aparência monumental. A Catedral de Florença é fruto da união da fé com a ciência, uma precisou da outra para a sua realização. Sua importância foi tamanha que levou Michelangelo, que era um homem de profunda fé, passar para ver a igreja antes de partir para mais um desafio e teria comentado: "Vou a Roma fazer a tua irmã. Será maior, não será mais bonita.

Artigo: Cláudia Ferraz - Artista plástica e profª de História da Arte

P.S.: Como gosto muito de história, principalmente da arte, não podia deixar aqui registrado nas minhas andanças fazendo pesquisa pela Internet, que durante o estudo para fazer a cúpula da catedral de Florença, o arquiteto Brunelleschi fez uma viagem longa, em lombo de burro, de Florença até Roma, tida como um dos marcos de conhecimentos que culminariam na retomada das formas construtivas das cidades clássicas de Roma e Atenas e de seus elementos, pelos arquitetos do renascimento italiano. Então, ao aplicar a solução romana do Panteão, no Duomo de Santa Maria Del Fiore, ele trás de volta a antiga forma apurada de construir edifícios. Um renascer da boa forma construtiva, o renascimento.
Curiosidade 1: Foram os renascentistas que denominaram de “góticos” os construtores de antes da Renascença. Motivo: Gótico deriva de Godos que eram os povos bárbaros, brutos nos modos, que invadiram os reinos da atual Itália e adjacências. Os renascentistas achavam que a arquitetura da época medieval era “gótica”, ou seja: dos godos (ignorantes). Chamavam Arquitetura Gótica de “Arquitetura dos ignorantes”.
Curiosidade 2: Fillipo Brunelleschi criou a chamada maquete, ao fazer um modelo em madeira de como ficaria a solução para a construção do Duomo. Na foto acima esta provavelmente a primeira maquete do mundo.

domingo, 19 de julho de 2009

REFLEXÃO:

"Para os erros há perdão; para os fracassos, chance;
para os amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
O romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."

(*Luis Fernando Veríssimo)

*Luis Fernando Verissimo nasceu em 1936, Porto Alegre (Rio Grande do Sul), filho do grande escritor Érico Veríssimo, estudou música, é jornalista, colunista e escritor.
Fonte: wikipédia

sábado, 18 de julho de 2009

CONHEÇA UM POUCO SOBRE O TELHADO ECOLÓGICO

Os telhados ecológicos e os jardins nos telhados existem há milhares de anos, lembra dos jardins suspensos da Babilônia (uma das sete maravilhas do mundo)? Usavam um elaborado sistema de irrigação para criar um jardim paradisíaco com terraço ao lado de fora da atual Bagdá. Europeus do norte já escolheram telhados tradicionais de grama para isolar as casas. Hoje em dia, os telhados ecológicos são predominantes ou obrigatórios em algumas partes da Europa. Na Alemanha, 14% de todos os telhados são ecológicos. Uma vista aérea da maioria das áreas urbanas apresenta uma variedade de coberturas de asfalto, alcatrão preto e cascalho. O calor irradia de telhados escuros e a água passa pelas superfícies duras e, de preferência, impermeáveis. Existe uma nova tendência que quebra a monotonia dos telhados comuns: as coberturas ecológicas. Há muito tempo populares na Europa, elas começaram a atrair a atenção de proprietários de imóveis, comércios e, até mesmo, de cidades como uma maneira interessante de promover o ambientalismo enquanto resolvem os problemas dos telhados convencionais.

Por que usar telhados ecológicos? 1.Por que eles substituem uma infra-estrutura pesada por uma que não só é mais eficiente como também é mais bonita e útil; 2. As coberturas ecológicas servem de refúgio para as pessoas que trabalham em escritórios, e são lugares para plantar jardins ou para que as pessoas que moram em prédios possam relaxar; 3. Mesmo onde eles não são acessíveis, criam belas vistas aéreas para os vizinhos ao redor e são lugares isolados e seguros para animais selvagens; 4. Reduzem os custos de energia com isolamento natural; 5. Absorvem a água da chuva, diminuindo a necessidade de sistemas de drenagem complexos e caros: 6. Aumentam a qualidade do ar (numa escala mais alta) e ajudam a reduzir o efeito da Ilha de Calor Urbana (um fenómeno em que o crescimento das cidades e dos subúrbios faz que o calor seja absorvido e armazenado); 7. Esses telhados duram mais do que os convencionais.

As camadas de um telhado ecológico precisam, como as de qualquer outro telhado, favorecer a drenagem e proteger a construção dos elementos da natureza por meio de uma membrana à prova d'água. Elas também precisam, no entanto, criar uma área de crescimento e oferecer apoio, irrigação e barreiras para a proteção das raízes, ao mesmo tempo que se mantêm o mais leve possível.

Existem dois tipos de telhados ecológicos: 1. Intensivos são basicamente parques elevados. Conseguem sustentar arbustos, árvores, passagens e bancos com suas camadas para suporte estrutural complexo, irrigação, drenagem e proteção das raízes. Existem apenas por seus benefícios ambientais e não funcionam como jardins de cobertura acessíveis. A média de crescimento de 0,31 m, ou mais, é necessária para um telhado ecológico intensivo cria um peso de 36 a 68 kg por 0,09 m²; 2. Extensivos são relativamente leves, com o peso de 7 a 23 kg por 0,09 m². Sustentam uma cobertura de solo nativo forte que exige pouca manutenção.

Não é novidade, cada dia as cidades ficam mais quentes, o planeta passa por um aquecimento, as mudanças climáticas, arquitetura e impermeabilização do solo causam a ICU (Ilha de Calor Urbana). O fenómeno cria uma ilha térmica onde a temperatura pode variar até +10 graus Celsius, nas cidade de clima frio esse fenómeno se torna benéfico, pois as ilhas de calor se formam a noite, reduzindo a necessidade de sistemas de aquecimento. Entretanto em regiões tropicais a ICU se forma durante o dia, o que não é bom, pois aumenta e muito a necessidade de ar-condicionado nas casas ou prédios.

A instalação de um telhado ecológico começa em U$ 88,00/m², infelizmente bem superior aos U$ 13,00/m² do telhado convencional, mas deixando de lado os fatores económicos os benefícios são enormes.
Os telhados ecológicos, são uma ótima solução para reduzir a temperatura interna, um telhado convencional pode ter em sua superfície 32 graus Celsius ACIMA da temperatura do ar, ao passo que os telhados ecológicos podem ficar até mais frios. Depois de preparar o telhado ou laje, são fixados os módulos que necessitam de irrigação manual ou as lâminas que garantem um suprimento de água ao telhado.

Telhados ecológicos como estes nas Ilhas Faroe podem durar duas vezes mais do que os convencionais

Os benefícios dos telhados ecológicos estão encorajando proprietários de imóveis, comércios e cidades preocupadas com o meio ambiente a construírem coberturas ecológicas. Esses telhados evitam que a água escoe e que o esgoto transborde. A vegetação e o solo agem como esponjas, absorvendo e filtrando a água que normalmente formaria goteiras e encheria ruas poluídas e sistemas de esgoto sobrecarregados. As plantas do telhado ecológico removem as partículas do ar, produzem oxigênio e oferecem sombra. Usam energia calorífica durante a evapotranspiração, processo natural que resfria o ar à medida que a água evapora das folhas da planta. A evapotranspiração e a sombra produzidas pelas plantas ajudam a eliminar o efeito da Ilha de Calor Urbana criado pelo excesso de superfícies reflexivas e impermeáveis nas cidades e nos subúrbios. Se os telhados ecológicos se tornarem uma iniciativa comum nas construções, as cidades podem reduzir os efeitos incômodos das Ilhas de Calor Urbanas.

Uma das coberturas ecológicas mais famosas dos EUA, City Hall de Chicago, ajuda a resfriar o prédio e a minimizar o escoamento de água. Reúne sistemas extensivos, intensivos e intermediários semi-intensivos em um telhado reformado. Complementa a vegetação tradicional sem atrapalhar a infra-estrutura urbana - pega um espaço abandonado e o torna útil. O programa piloto City Hall do Deptº de Meio Ambiente da cidade de Chicago promoveu o esforço da cidade inteira para apoiar os sistemas de cobertura ecológica, com incentivos e doações.

Fonte: How Stuff Works, por Sarah Dowdey

sexta-feira, 17 de julho de 2009

PESQUISANDO AINDA SOBRE ESTUFAS

As estufas e a temperatura
Pode se criam um ambiente abrigado para as plantas com o uso da radiação solar para captarem o calor. Este sistema de aquecimento e circulação do ar ajuda a criar um ambiente artificial em uma estufa que consegue manter as plantas quando a temperatura do lado de fora for muito fria ou variável. O calor entra na estufa através da cobertura de vidro ou plástico e começa a aquecer os objetos, o solo e as plantas que estão nela. O ar aquecido próximo do solo sobe e é imediatamente substituído por um ar mais resfriado que começa a ser aquecido. Este ciclo faz a temperatura da estufa aumentar mais rapidamente do que o ar do lado de fora, criando um microclima abrigado e mais aquecido.
Em climas temperados, o sol pode fazer todo o aquecimento da estufa, mas quando as temperaturas caem, o calor artificial pode ser necessário para manter as temperaturas acima do congelamento. Onde algumas estufas possuem acesso ao calor central da estrutura principal, outras precisam recorrer ao gás natural ou envasado, condutores ou ventiladores de aquecimento. Eles geralmente trabalham em conjunto com um termostato. Por causa do calor ser uma das maiores despesas para manter uma estufa, outras fontes de energia sempre são exploradas, como o uso de baterias solares ou animais como fontes de calor.
Também existem outros processos que agem sobre o ar contido numa estufa. A energia solar consegue atravessar o vidro da estufa com facilidade, mas a radiação emitida pelas plantas e o solo que absorveu o calor não saem tão facilmente assim, ajudando a manter o calor dentro dela.Isso possibilita manter uma estufa aquecida, mas também pode causar problemas com superaquecimento.
Para evitar que as plantas aqueçam demais, algum método de controle é necessário. Aberturas que permitem que o ar mais leve e mais quente saia da estufa pelo teto e o ar resfriado entre mais perto do nível do chão agem como os condicionadores de ar. Uma ventilação adequada mantém o ar da estufa circulando. Isso ajuda a manter uma temperatura estável e também realiza o ciclo do dióxido de carbono (CO2) que as plantas precisam para a fotossíntese. Geralmente, as estufas possuem pelo menos duas aberturas para ventilação, uma no teto ou próxima dele e uma na parte mais baixa da estrutura. Ventiladores mecânicos também ajudam a manter o bom fluxo de ar e o controle de calor, abrindo e fechando as saídas de ar automaticamente quando a temperatura da estufa muda.
Estufas e a água
Todas as plantas de uma estufa requerem algum tipo de água. Seja uma mangueira de jardim, um regador ou um sofisticado sistema automatizado com sensores, a água é essencial numa estufa. Por causa da tarefa de regar ser a que mais consome tempo em uma estufa, o uso de algum tipo de sistema automatizado, como pavios, tapetes capilares ou irrigação em gotas pode tornar o processo mais consistente e confiável.
Tipos de estufas
Já que as estufas usam o sol para criarem um ambiente aquecido para as plantas, quando a temperatura cai, há menos calor gerado pelo sol na estufa. Para plantas que precisam de mais calor do que uma estufa pode oferecer naturalmente, sistemas de aquecimento são necessários para fazer essa compensação. As estufas são divididas em categorias baseadas sobre quanto calor suplementar elas precisam produzir para manterem as plantas em uma certa temperatura.
Estufas frias ou estruturas frias: Oferecem proteção para as plantas, mas a temperatura dentro delas ainda pode chegar abaixo do ponto de congelamento durante o inverno por não possuírem uma fonte de calor suplementar. Essas estufas podem ajudar a adiantar a colheita em algumas semanas e estender a estação de cultivo no outono, mas elas estão limitadas pelo clima.
Estufas resfriadas: Mais aquecidas do que as estufas frias, elas mantêm as plantas acima do ponto de congelamento e numa temperatura entre 7 e 10 graus Celsius. Manter a temperatura acima do ponto de congelamento protege plantas sensíveis ao congelamento, como os gerânios e o hibisco, o que seria impossível de cultivar o ano todo em áreas com temperaturas congelantes.
Estufa aquecida: Permite uma gama mais ampla de plantas, mas também requer temperaturas um pouco mais altas, cerca de 13 graus Celsius. Embora o intervalo de temperatura não sirva para muitas plantas tropicais, algumas variedades de orquídeas e samambaias podem passar o inverno em um ambiente de estufa.
Estufas quentes: São feitas para abrigar plantas tropicais como caládios, comigo-ninguém-pode e gardênias, que requerem temperaturas de15,5 graus Celsius ou mais. Elas precisam de mais calor suplementar e isolamento, e podem ser caras para manter.
Conservatórios: São feitos para exibição de plantas, e não apenas mantê-las e propagá-las. Eles geralmente possuem pisos acabados, janelas adornadas e espaço para móveis. As estufas de janela e as pequenas estufas de mesa também são consideradas conservatórios porque são usadas principalmente para exibir as plantas.Na próxima página, veremos alguns interessantes estilos de estufas, e você poderá ver se alguma delas seria ideal para a sua casa.
Estilos de estufa
Funcionais são construídas com uma função em mente e geralmente não possuem o estilo e os detalhes dos conservatórios e solários. As estufas funcionais são feitas para aproveitarem o sol e o calor disponíveis, fornecerem ventilação e permitirem uma área suficiente para plantação e manutenção. As estruturas geralmente são leves, simples e eficientes.

Cabana: É um estilo de estufa mais barata, às vezes chamadas de semi-estufas porque parecem uma estufa cortada pela metade, exatamente no meio. As cabanas são agregadas de outras instalações para apoiarem e compartilharem uma parede comum que fornece calor extra e abrigo. Embora as cabanas geralmente tenham custos mais baixos com material além da vantagem de estarem perto da
eletricidade e da água, elas são limitadas em tamanho pela parede de suporte da instalação adjacente. Elas também precisam estar cuidadosamente situadas para poderem aproveitar toda a luz disponível.

Independente: Posicionar uma estufa longe de outras estruturas pode ser um bom modo de maximizar a luz de todos os lados. Dependendo da área, isso pode ser importante no outono, ou quando o céu estiver nublado. Embora elas possuam vários estilos diferentes, como estruturas em A, teto span e Quonset, o custo com material e acesso à água e uma fonte de calor suplementar são considerações importantes. Cultivadores comerciais geralmente erguem grandes estufas independentes de ponta a ponta para maximizar a eficiência e limitar a perda de calor.

Decorativa: (ou conservatórios) - Possuem um passado longo e romântico. No século 19, elas estavam em todo lugar e representavam riqueza e refinamento. Até hoje, as redomas decorativas que trazem o exterior para dentro delas, como solários e decks fechados, são muito populares pelo valor estético em casas particulares e prédios públicos.

Estruturas frias e outras estruturas: Você pode fazer uma estufa se tiver luz e conseguir fazer o ar circular. Isso pode ser conveniente porque é fácil fazer estruturas temporárias parecidas com estufas que podem receber sementes plantadas muito antes do último inverno e então, separadas até a próxima primavera. As estufas podem ser pequenas ou grandes, incorporarem uma janela profunda, um jarro ou até mesmo um tubo de plástico invertido, com alguma modificação.

Embora as estufas pareçam estruturas simples, elas possuem algo a mais que os olhos não veem. Estrutura confiável, cobertura, piso e ventilação são todos necessários para uma operação básica. Para sustentar o ambiente, um sistema de aquecimento e alguns processos automatizados, como irrigação por abastecimento de água dedicado, também podem ser necessários.

A estrutura:
Para ser resistente é necessária para manter os painéis de plástico ou vidro que deixam entrar a preciosa luz e capturam calor na estufa. Estufas maiores também precisam de um alicerce. A estrutura pode ser feita de muitos materiais e os mais comuns são: alumínio, madeira, PVC rígido e aço galvanizado. O alumínio capta mais luz e também suporta painéis do tipo clip-on, tornando-o a opção mais comum.
As coberturas:
Geralmente referidas como coberturas vitrificadas, os painéis que cobrem as estufas são especialmente feitos para captarem a maior quantidade possível da radiação do sol. Oferecem isolamento, são resistentes à deterioração causada pela radiação ultravioleta e são à prova de estilhaçamento. Os painéis podem ser feitos de vidro pesado ou qualquer um dos vários materiais sintéticos feitos para maximizar a exposição da luz e ajudar a reduzir a perda de calor. O vidro capta cerca de 90% da radiação solar, ajudando a reter o calor e impedir a luz ultravioleta. Os sintéticos, são mais baratos e as vezes mais resistentes do que o vidro, captam menos raios solares.
O piso:
Elas podem ter pisos muito simples feitos de lâminas de madeira ou mesmo um piso de terra pressionado. Enquanto que os conservatórios geralmente possuem pisos acabados, as estufas de trabalho geralmente possuem terra em seus perímetros e um telhado de madeira simples.


Insetos de estufas - O controle de pestes da estufa pode ser um biológico natural. As joaninhas são frequentemente usadas em estufas para o controle de insetos destrutivos como os afídeos, e pequenas vespas são utilizadas para combater infestações de mosca branca. Isso reduz a necessidade de pesticidas na estufa. Quando algumas estufas comerciais precisam de polinadores, elas utilizam abelhas, no lugar de hormônios.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

DECORAÇÃO DA CASA PARA O SIGNO DE ESCORPIÃO

ESCORPIÃO: Esse signo eu conheço de perto, é o signo da minha filha, então, nada de ficar em casa 24 horas por dia. Os escorpinianos vêem a residência como um local para dormir e descansar. São pessoas que estão em constante transformação. Daí a preferência pela mudança constante ou reformas na casa. Gostam do contraste, característica de sua personalidade forte. Ao mesmo tempo que são capazes de grandes ódios podem viver extremas paixões. Por isso, um lugar de brilhos exagerados, veludos e cores contrastantes são modelos típicos da residência de um escorpiniano. Eles gostam de uma casa bem ensolarada e iluminada.

O quarto do Escorpião é um templo secreto, cheio de contrastes. Mescla cantos vazios com espaços repletos de elementos, materiais sedosos em forrações aveludadas, com texturas ásperas.

Ambiente preferido - Os nativos deste signo são conhecidos por sua raiva, possessividade e ciúmes. Portanto, o melhor local para eles destilarem a sua raiva é o banheiro, mesmo que seja apenas tomando um banho frio.

Contraste, preto e branco, com nicho em estampa floral vibrante.





Lavabo em dois tons, bem sóbrio.



Gosta também de tons vibrantes, com brilhos, veludos e cores contrastantes eles não se envergonham desse lado (que alguns acham ¨brega¨).

As cores para decoração são preto, vinho, goiaba ou tons azulados. As paredes devem ser feitas em material natural.



O vinho como contraste para energizar a vida.





A cor goiaba no banheiro contrastando com o branco para harmonizar.




Os tons azulados na cromoterapia são excelentes para combater o estresse, transmite calma e serenidade (anil, celeste, entre outros).

Uma das paredes do sanitário ao natural, remete ao elemento terra.




A Varanda com parede em tijolinho aparente, iluminação valorizando o ambiente, os pufs em sisal, os cachepots em madeira de demolição, local ideal para um relax do nascido sob o signo de escorpião.


Pesquisa: diversas fonte pela internet

quarta-feira, 15 de julho de 2009

CASA EM "PALLETS" DE MADEIRA - PALLETHOUSE

Ontem retornando para casa pela Via Cia x Aeroporto (próximo ao CEASA), ví um local onde vende pallets em madeira, me lembrei logo desse artigo que ví na internet tem algum tempo, que é uma casa feita desse material, é a Pallethouse montada a partir de um núcleo módulo por omissão o padrão de” pallets “de madeira para uso industrial".

Tanto o piso, teto e paredes laterais, divisórias e interior foram construídas com este elemento, com um total de 800 unidades para uma área de 60m2, que distribui o programa para um mínimo habitação (sala, quarto, cozinha e banheiro).

Pallethouse”, foi um projeto que ganhou um concurso realizado por Gau: di, European Student Competition em Arquitectura Sustentável (2006).