sábado, 19 de dezembro de 2015

GRAFFITI EM LONDRES

Bansky é um garoto de Londres cujos graffiti são uma denúncia poética da sociedade atual. Fiquei pensando no nome: ban sky = banir o céu ou céu banido… será isso? o que você acha?






sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

O QUARTO DO BEBÊ

Para ter o cantinho como você sempre quis, gastar muito não é sinônimo de conforto. De nada adianta gastar fortunas decoração com um berço caro, móveis com preço astrônomico.
O berço deve ter grades móveis ou com diferentes níveis de altura, para facilitar o manejamento do bebê, o protetor também é importante para protegê-lo é bom que se tenha dois para revesar quando forem lavados.
Planeje bem o tamanho dos móveis para que o quarto tenha uma boa circulação. Seguindo as dicas que dou nessa postagem e sua intuição ou procurando ajuda de um profissional, você terá um ótimo resultado e seu bebê agradecerá tanto carinho e dedicação na sua chegada.
Um dos principais aliados na decoração é o piso. Ele deve ficar em harmonia com o berço e os móveis, na maioria das vezes são os objetos que ocupam mais espaço no quarto, e serão eles que caracterizarão o ambiente.

É tão gostoso decorar o quarto para a chegada do bebê. Já tive está oportunidade uma vez para mim, e outras tantas vêzes para algumas clientes, é sempre uma experiência gostosa.
Pesquise preços, não compre movéis na última hora. Lembre que você terá muitos gastos por muito tempo, então se puder compre o melhor, por que a durabilidade também é bem maior.


É necessário saber combinar de acordo com o estilo.



O desafio será sempre criar algo aconchegante, delicado e diferente. Fuja da mesmice.

Cores suaves são sempre importantes para que o bebê possa se sentir calmo e seguro. Muita informação e excesso de objetos na decoração também prejudicam a tranqüilidade da criança.
É muito importante que o local seja bem arejado e limpo, piso de madeira ou vinil ajudam bastante e evitam alergias e acúmulos de poeira.

Uma cadeira de amamentação confortável é um bom investimento para as mamães que irão passar boas horas ali, também é aconselhável que seja feita com tecido confortável e fácil de lavar.
Excesso de luz ou luz fria também devem ser evitados a fim que se estabeleça um clima de aconchego. Cômoda ou trocador facilitam no dia-a-dia.

Utilize tecidos com estampas, listas e xadrezes em composê, sempre use tons e estampas suaves criam um clima na decoração do quarto do bebê.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

DURANTE A CHUVA... OU DURANTE O SOL...

Gosto de chuva, principalmente se puder ficar em casa, embaixo do lençol dormindo. Mas chover demais tudo alaga e o humor só melhora depois do sol sair. Com este guarda-chuva não tem problema, a impressão do céu na parte interna dele, tem qualidade fotográfica e cria um incrível efeito visual e tanto faz chover ou fazer sol.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

HOTEL COPACABANA PALACE - RIO DE JANEIRO / BRASIL

O Hotel Copacabana Palace é um luxuoso e famoso hotel localizado em frente à praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, Brasil. Com duzentos e vinte e seis apartamentos e suítes: cento e quarenta e oito no prédio principal e setenta e oito no anexo, distribuídos em uma área de onze mil metros quadrados.
O prédio é um dos mais elegantes da cidade do Rio de Janeiro, construído na década de 20, pelos empresários Octávio Guinle e Francisco Castro Silva, atendendo a um pedido do então presidente da república, Epitácio Pessoa que desejava um grande hotel de turismo na então capital federal, para ajudar a hospedar o grande número de visitantes esperados para a grande Exposição do Centenário da Independência do Brasil (1922).
A família Duvivier era dona de Copacabana inteira, desde a pedra do Leme até o Arpoador, foi quem vendeu o terreno do hotel inaugurado em 1923, quase um ano após a Exposição do Centenário, devido às dificuldades na importação de mármores e cristais e na execução das suas fundações; à falta de tecnologia e experiência no país para tal confecção; e a uma violenta ressaca que, em 1922, destruiu a Avenida Atlântica, causando danos aos pavimentos inferiores do hotel.
O hotel foi o primeiro grande edifício em Copacabana, cercado apenas por casas e mansões. O projeto foi do arquiteto francês Joseph Gire. A estrutura, sóbria e imponente, erguida pelo engenheiro César Melo e Cunha, na construção foi usado em larga escala o mármore de Carrara e cristais da Boêmia.
Em 1934, foi construída a piscina e ampliada em 1949. O hotel passou por várias reformas, aumentando sua capacidade e acrescentando dois pavimentos ao prédio principal, a pérgula lateral e o anexo nos fundos.
Com a transferência da capital do Brasil para Brasília, em 1960, o hotel conheceu um período de lenta decadência, até ser superado por hotéis mais modernos, construídos na década de 1970.

Em 1985, projetou-se sua demolição. Mas, o Copacabana Palace tornou-se patrimônio histórico, sendo tombado nas esferas federais (IPHAN), estadual (INEPAC) e municipal (SEDREPAHC). Em 1989, a família Guinle o vendeu para um grupo hoteleiro famoso, que o reabilitou, modernizando as antigas instalações sem descaracterizá-las.
O hotel serviu de tema para um musical de 1933, com Dolores del Rio, onde Fred Astaire e Ginger Rogers dançam juntos pela primeira vez. A ambientação foi no hotel, mas o filme foi inteiramente rodado nos Estados Unidos nos estúdios com cenários pintados do Rio de Janeiro. O sucesso do filme tornou o hotel conhecido mundialmente.
O hotel é um marco na história da cidade do Rio de Janeiro. Preferido pouso entre os famosos como: Albert Einstein, Alain Delon, Sting, Hillary Clinton, Igor Stravinsky entre outros.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

ARQUITETURA É FUNÇÃO

Nada mais há do que função na arquitetura. Qualquer das afirmações de correntes teóricas nas quais se tenta encaixar, ao lado da forma, algum outro elemento para compor o conceito de arquitetura são equivocadas ou redundantes. E mais, divagar sobre isso inevitavelmente termina em outras questões, entre as quais, o destino da arquitetura, suas balizas, sua essência, sua razão.

No fazer arquitetônico, são claros seus principais elementos: arquiteto, construção e usuário.
Os primeiros, não raro, confundem-se com os terceiros. Confusão que, por um modo, é a arquitetura em forma primitiva, originária, mas, de outro, algo que contradiz o fazer arquitetônico, algo nocivo.

Segunda coisa a se notar, é que os profissionais são sempre seres-humanos; os usuários também, mas nem sempre diretamente.

A terceira observação é que a construção é concebida pelos arquitetos para os usuários. Para ser breve, digo que a arquitetura é adequação do espaço para o ser humano e pelo próprio.

Adequar é mudar para o atendimento de alguma necessidade. Se é o homem quem adequa, tem a consciência de seu problema antes da solução. Portanto a arquitetura é sempre planejada, mesmo que o mínimo possível. Como qualquer atividade humana consciente:
“Uma aranha executa operações semelhantes às do tecelão, e a abelha supera mais de um arquiteto ao construir uma colméia. Mas o que distingue o pior arquiteto da melhor abelha é que ele figura na mente sua construção antes de transformá-la em realidade.”
(MARX, Karl. O capital)

Disso: estender um pano na janela como barreira para o sol é arquitetura. Assim como construir uma oca. O que significa que a arquitetura fundamentalmente precede os e independe dos “arquitetos”. Daí, óbvio que a profissionalização da arquitetura veio depois dela própria; o mesmo com a filosofia, por exemplo. Chama-se genericamente por “Função” o atendimento a um conjuto de necessidades. E se costuma opor à função a “Forma”.

As necessidades humanas, obviamente, vão além das suas imediatas. Exemplifico com a parte artística de uma obra arquitetônica, que atende a uma necessidade exclusivamente humana. O teto, por sua vez, atende uma necessidade imediata, animal, de abrigo. O conjunto de demandas a que se deve responder com um projeto arquitetônico chama-se programa. Posto isso, duas coisas. Na arquitetura:
1. a arte é uma variável em função da necessidade;
2. forma não está no mesmo patamar de função.

Para falar desses pontos é necessário voltar àqueles três elementos da arquitetura. Lá, falei da confusão entre usuário e profissional, e de seus dois lados.Alguns tomam a perda da “união” que o construir do espaço veio perdendo ao longo do tempo como algo ruim ou um apontamento para o artificial. Discordo, a arquitetura como componente da construção que adequa o espaço não perde em nada para outras áreas. E mais, a subdivisão acadêmica é benéfica para o conhecimento. Como os homens, inicialmente e ainda hoje, adequavam seu espaço para si – em comunidade ou individualmente. Neste sentido, a igualação entre usuário e arquiteto, está na origem da arquitetura. Todavia, hoje a igualação entre arquiteto e usuário descaracteriza a arquitetura. Não falo de um profissional ou homem que constrói sua própria casa, claro. Quero dizer daquele arquiteto que considera que todas as casas são suas. Aquele arquiteto que na construção visa atender às demandas de não usuários, às suas demandas e às de seu discurso acima de tudo, acima, inclusive, dos usuários. É esta corrente arquitetônica que aponta, de modo errado, a arquitetura à definição como arte, como mercadoria, como moda.Pelo que disse, a arte na construção arquitetônica é uma reposta a uma demanda relativa a isso. Se, para os usuários, o arquiteto considera importante uma obra de arte em determinado ponto ou que toda a construção seja uma, ele deve trabalhar neste sentido. Essa necessidade pode, inclusive, ser de toda a humanidade – como, por exemplo, fazer um prédio público em que se expresse determinados valores esteticamente. Mas, se o arquiteto profissional – que não é usuário –, usa de arte, por sua própria demanda, ignorando inclusive outras necessidades, ele é um artista plástico, e não um arquiteto. Se o arquiteto profissional se volta a cumprir um programa, não de um usuário, mas de algum intermediário (como uma empresa imobiliária), é bem possível que se preste a uma subarquitetura. Se o arquiteto profissional constrói como propaganda de si, ele faz grife, e não arquitetura.Não há arquitetura sem forma. Forma é cor, textura, formato... Muito embora a forma receba ajuda da cultura, é algo inevitável para a prática arquitetônica. Todavia, a forma é um meio para se alcançar a resposta para uma demanda. Se uma escada tem degraus, é para que se possa subir por ela; se há um elemento artístico em forma de triângulo, é para atender à necessidade respectiva. Donde que é absurdo pôr forma e função no mesmo patamar; mais absurdo ainda é dizê-las antagônicas!
Então, dizer que arquitetura é forma e função sem perceber que são coisas de gêneros diferentes é estar equivocado; dizê-lo sabendo diferença, é ser redundante, afinal a forma está incluída na função.
* Texto de Andrié Keller - Publicado no Recanto das Letras

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

ADEGA DE PISO

Se você gosta de vinho e mora numa casa, aproveite essa idéia. O projeto é um mix de túnel, escada caracol, porão e adega. Eu batizei de "Adega de Piso", que permite um estoque de 1.000 a 1.600 garrafas de acordo com a profundidade, que vai de 2 a 3 metros. Aproveita totalmente o espaço, é pratica, criativa, e ideal para conservar o precioso líquido.






domingo, 13 de dezembro de 2015

VOCÊ VEM? EU ESPERO.

Mais um domingo que chega, amanheço o dia já pensando no que vou servir antes do almoço  ajantarado. Adoro preparar drinks, e nada melhor para acompanhar essas delicias etílicas do que um prato de lambreta cozida cheia de temperos verdes e limão. Você vem?!! Eu espero.


Drink Arquitetando na Net
100ml de suco de kiwi
100ml de suco de maracujá
100ml de groselha
+ ou - 1 lata de leite condensado
100ml de vodka
gelo picado

sábado, 12 de dezembro de 2015

CLOSETS DE ALGUMAS MULHERES FAMOSAS

Closet da apresentadora Adriane Galisteu com portas transparentes, sem painel de madeira para forrar a parede do fundo do armário que é em tijolinho pintado de branco.
(foto a)Closet da cantora Wanessa Camargo.


(foto b)
Closet de NickKim Catral e Tracee Ellis


Paula Abdul e o seu closet que é uma bagunça organizada.

(foto I)Closet da atriz Eva Longoria e sua famosa coleção de calças jeans penduradas em degradê.
(foto II)
O armário é em madeira natural, com escada de correr e biombo para maior privacidade.
(foto 1)
Closet da cantora Mariah Carrey que é um verdadeiro sonho. Climatizado, organizado por cor e estilo das roupas. Sua sapateira comporta quase os mil pares de sapatos.
(foto 2)
Piso branco com o sofázinho básico, poltrona e banqueta. Um belo lustre de cristal para dar um toque de sofisticação.



O closet despojado da estilista Nick Hilton (irmã de Paris Hilton)