quarta-feira, 28 de agosto de 2013

DECORAÇÃO DE UMA VILA ITALIANA


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Usando tons neutros e tudo muito clássico, decoração de extremo bom gosto.
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terça-feira, 27 de agosto de 2013

USANDO A ACESSESSIBILIDADE

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Área de refeição tem bancada de 80 cm de altura, ideal para quem usa cadeira de rodas. O projeto priorizou a circulação livre. Rampa de bambu com 8,5% de inclinação dá acesso à área do spa. As placas de cerâmica da Lepri são resistentes e antiderrapantes, criando uma superfície uniforme e sem desníveis.
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Banheiro, o boxe tem porta-xampu e registros à altura de 80 cm, além de barras nas paredes perpendiculares.

O espelho com controle de inclinação lateral. Altura mínima em relação ao piso é de 1,10 m, e a máxima, 1,80 m. A pia também oferece barra de segurança, além de torneira monocomando. Sob ela, a área está liberada. Ao redor do sanitário, as barras de segurança com porta-papel. A lixeira traz sensor.
Altura dos móveis e eletrodomésticos segue as normas da ABNT. Com ambientes integrados e piso sem tapetes, oferece caminho livre para o quarto. A bancada de escritório tem vão livre.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

MAR

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Os dois prédios, um destinado ao museu e outro à Escola do Olhar, são interligados por uma cobertura fluida, de concreto.

Quando o Rio de Janeiro completou 447 anos a data foi comemorada com a inauguração de um novo complexo cultural, o Museu de Arte do Rio (MAR). Construído na Praça Mauá, o espaço tem 15 mil m² foi dividido em duas partes principais: a área do museu com oito salas de exposição e quatro andares e a Escola do Olhar, destinada à formação de educadores, além de um bar e salão de eventos. A obra é assinada pelos arquitetos Thiago Bernardes, Paulo Jacobsen e Bernardo Jacobsen, lightning design por Estúdio Carlos Fortes e Gilberto Franco e paisagismo de Burle Marx.

Jacobsen Arquitetura
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A parte superior do prédio foi destinada a um bar/mirante.



Jaime Acioli
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A iluminação, por Estúdio Carlos Fortes e Gilberto Franco, foi pensada de dentro para fora da fachada.



Jaime Acioli
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A área destinada às exposições é sediada no Palacete Dom João VI, que teve suas características mantidas no proj


domingo, 25 de agosto de 2013

INTERIOR DA CATEDRAL BASÍLICA (SALVADOR - BAHIA / BRASIL)

Interior da Catedral Basílica, que fica localizada no Terreiro de Jesus. Renascentista e barroco com pinturas, imagens e entalhes é o mais valioso acervo de arte sacra do Brasil. 

Frase do Dia:


“Arquitetura não é arte, precisa ter função. A arte é um campo de conhecimento muito importante para a arquitetura, mas as duas são coisas diferentes. Posso me inspirar na arte, nos artistas, 
mas não somos parecidos.
 A arquitetura tem estrutura, organização lógica em planos, elementos, enfim, 
que não pertencem ao mundo da arte. 
Você pode até criar um esquema que tenha composição artística, 
mas precisa trabalhar além dele..."

(Zaha Hadid em entrevista para AU)


sábado, 24 de agosto de 2013

Oásis artificial pode ser início de "floresta no deserto"

A concepção do oásis artificial é um trabalho conjunto das empresas britânicas Max Fordham Consulting Engineers, Seawater Greenhouse e Exploration Architecture.
Se o projeto-piloto for bem-sucedido, a ideia é converter áreas desérticas inteiras em verdadeiras "florestas". 

Pesquisadores ingleses e noruegueses acreditam já dispor de toda a tecnologia necessária para que os oásis no deserto deixem de ser apenas miragens.

A Fundação Bellona, financiada pelo governo da Noruega, acaba de obter autorização do governo da Jordânia para construir o primeiro protótipo de um oásis high-tech.

Floresta no deserto
Sob o pretensioso nome de Projeto Floresta no Saara, a fundação começará, em 2012, a construir seu primeiro oásis, em um terreno de 200.000 metros quadrados , em Aqaba, próximo ao Mar Vermelho.

Se o projeto-piloto for bem-sucedido, a ideia é converter áreas desérticas inteiras em verdadeiras "florestas", fundamentadas na alta tecnologia e no aproveitamento dos recursos naturais.

Joakim Hauge, coordenador do projeto, afirma que a ideia é tirar proveito da abundância que o mundo tem de luz do Sol, água do mar, dióxido de carbono e terras áridas.

"Esses recursos podem ser usados para a produção lucrativa e sustentável de comida, água e energia renovável, ao mesmo tempo combatendo o efeito estufa ligando o CO2 a novas vegetações em áreas áridas," diz ele.

Existem várias técnicas de fotobiorreatores para o cultivo de algas, incluindo lagos, tubos e sacos plásticos. 

Oásis artificial
O oásis artificial será formado por uma usina termossolar - que usa o calor do Sol para gerar energia, e não o efeito fotovoltaico das células solares - e de uma estufa "alimentada" por água salgada.

Esta estufa de água salgada, cujo funcionamento já foi atestado em projetos-piloto em pequena escala, será usada para cultivar vegetais para alimentação e algas para produzir combustíveis.

Inicialmente, o ar que entra na estufa é resfriado e umidificado pela água bombeada do Mar Vermelho, criando condições propícias para o crescimento das plantas.

O ar interior chega então ao segundo evaporador, onde circula entre canos contendo água salgada quente - aquecida pelo Sol. O ar quente e úmido resultante será dirigido para uma série de canos verticais contendo a água do mar que saiu do primeiro evaporador.

Esse encontro causará a condensação de água doce do ar, que escorrerá pelos canos até coletores instalados em sua base.

Usina limpa capta água potável da umidade do ar
Esse ambiente quente e úmido permite que os vegetais cresçam com um mínimo de irrigação.

Ciclo da água doce
Começa então o ciclo da água doce no interior do oásis: ela será inicialmente aquecida por uma usina termossolar, transformando-se em vapor que irá fazer girar uma turbina para gerar eletricidade.
A eletricidade será usada para alimentar as bombas que captam a água do mar e os ventiladores que farão o ar circular dentro da estufa.

O calor excedente - presente na água doce que sai da turbina - será usado para produzir água potável por meio da dessalinização.
Novamente resfriada, a água doce finalmente servirá para irrigar as plantas do oásis artificial.

Ilhas solares prometem energia solar a preços competitivos

Paralelamente, fotobiorreatores poderão usados para cultivar algas, embora sua utilização dependa da conexão com outros parceiros da cadeia produtiva. Além de servirem como alimentos, as algas podem render mais biodiesel que qualquer planta.


Algas podem substituir metade do petróleo e inaugurar química verde

A estufa também afeta o ambiente externo, havendo a possibilidade de que se criem condições até mesmo para a re-vegetação da área à sua volta. [Imagem: Sahara Forest Project]


Ciclo hidrológico artificial
O processo é na realidade uma imitação do ciclo hidrológico natural, onde a água do mar aquecida pelo Sol se evapora, resfria para formar as nuvens e volta para o solo, na forma de chuva, neblina ou orvalho.

O consumo de eletricidade é pequeno, uma vez que o trabalho termodinâmico de resfriamento e destilação é feito pelo Sol e pelo vento - 1 kW de energia elétrica usado para bombear a água do mar pode remover até 800 kW de calor por meio da evaporação.


E como a energia só é necessária durante as horas quentes do dia, todo o processo pode ser alimentado por energia solar, sem a necessidade de baterias ou outros sistemas de armazenamento. Isto permite que os oásis artificiais sejam instalados em áreas remotas, sem ligação com redes de energia.

A estufa também afeta o ambiente externo, havendo a possibilidade de que se criem condições até mesmo para a re-vegetação da área à sua volta.
Isto porque o processo evapora mais água do que condensa em água doce. Essa umidade é "perdida" devido à forte ventilação necessária para manter as plantas frias e supridas com o CO2 necessário. Ao atingir o ambiente externo, fora da estufa, o ar úmido pode ser usado para iniciar plantações no ambiente natural.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

PROJETO DE CONSTRUÇÃO OU REFORMA COM PLANEJAMENTO

A casa própria é geralmente o grande sonho das pessoas, o grande problema é encontrar a casa idealizada e que atenda as necessidades já pronta, pois cada família tem seus gostos e c desejo de um fluxograma próprio, então qual é a solução? Claro que é contratar um arquiteto para desenvolver o projeto sonhado da casa (que pode ser nova ou antiga para uma boa reforma), ajustado às condições financeiras e ao perfil da família.
Muitos pensam que o trabalho do arquiteto é caro e supérfluo, mas uma análise detalhada revela que seus serviços são fundamentais para se conseguir ajustar os desejos dos moradores às questões técnicas da habitação.
Para fazer um projeto é fazer preciso um planejamento, para que não haja desperdícios, e ter um orçamento seguro para não ficar no vermelho no cheque especial ou ter que tomar um empréstimo para concluir a obra. Portanto tem que planejar e pensar no pagamento da obra, dos profissionais envolvidos e da compra dos materiais. No projeto detalhado se calcula a quantidade exata de material e de tempo para efetuar cada etapa da construção.No Brasil, o índice de desperdício das construções é de cerca de 30% e o custo de um projeto de arquitetura varia em torno de 5% do valor da obra, segundo tabela do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB). Isso significa que é possível fazer urna economia de 25% com a contratação de um profissional.
Então, contratar um arquiteto deve ser a primeira medida para realizar o sonho de uma casa. O arquiteto pode até na compra do terreno. Agora, se você já tem o terreno ou já contratou o construtor, ainda há tempo para rever o projeto, sem maiores prejuízos, principalmente se o projeto não corresponder às suas expectativas.O arquiteto contratado vai identificar os problemas, e quem sabe sentando com você, os dois vão decidir as mudanças importantes no projeto original, sem modificações muito drásticas, para que o valor final da construção não
suba muito. Faça essa parceria de sucesso (cliente x arquiteto) e na conclusão da obra, vai verificar o sucesso de construir ou reformar dentro do orçamento e realizar seus desejos.
Prédio antigo que estava precisando de uma repaginada (o antes)


Veja a intervenção simples na fachada que foi feita (o depois).

Salvador - Bahia (Brasil) • 55 71 99851814