quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Ideias incríveis de escadas de vidro

As escadas de vidro são lindas e modernas, elas despertam inovação e criatividade. Veja abaixo algumas inspirações!


Espiraisc
São opções muito interessantes com design diferenciado, levam muita personalidade para o ambiente. Os degraus são feitos com a medida exata pensada para o projeto.




Combinadas com paredes claras, as escadas de vidro deixam o ambiente ainda mais iluminado. Perceba como a escolha dos materiais dos outros elementos estruturais, como os corrimões, também faz toda a diferença. Neste caso, foi utilizado o alumínio, que forma uma combinação infalível com o vidro.


Transparência total

As escadas de vidro com o guarda-corpo feito do mesmo material são perfeitas para quem deseja que o décor fique o mais clean possível. Sem estruturas metálicas, elas possuem degraus que parecem flutuar.


Para esse tipo de construção, o material indicado é o vidro laminado temperado, capaz de proporcionar toda a segurança que as escadas de vidro precisam. 


Mais brilho com estruturas metálicas


Dois dos materiais mais comuns na estruturação de escadas de vidro são o alumínio e o aço inox. Bonitos, práticos e duráveis, eles ajudam a compor projetos incríveis.


O alumínio, por exemplo, é um material leve e resistente que oferece inúmeras possibilidades de acabamento para suas escadas de vidro. Isso porque ele é maleável e soldável.


Como seu nome sugere, o aço inox é inoxidável, por isso você não precisa se preocupar se o material irá enferrujar. Fácil de limpar e dá uma aparência moderna as escadas de vidro.


Fonte\: https://viminas.com.br/

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Vidro na construção: conheça as vantagens e desvantagens




O vidro na construção é um elemento extremamente versátil, por isso encontramos este item em diferentes aplicações em projetos residenciais e comerciais. Como é capaz de se adequar a várias necessidades, pode estar presente em fachadas, janelas, portas, paredes ou acessórios.

Hoje, o vidro não é apenas uma escolha estética, já que o aumento da resistência e proteções atualizadas e modernas o tornaram ainda mais seguro. Como já existe no mercado uma infinidade de modelos e qualidades, esse produto pode ser uma excelente opção para criar projetos despojados.

Os benefícios do vidro na construção são muitos: maior aproveitamento da luminosidade, conforto, sensação de amplitude, beleza e até economia. Mas na hora de elaborar um projeto, é importante saber quais paredes e fachadas terão vidro, pois é dessa escolha que serão definidos os acabamentos da construção e também o custo final da obra.

Para você entender um pouco mais sobre a aplicação do vidro e pensar em utilizá-lo (ou não) em sua construção, listamos algumas das vantagens e desvantagens do produto.


Vantagens do vidro na construção
Aproveitamento de espaço – internamente, uma forma de usar o vidro é optar por divisórias de vidro. Além de valorizarem o ambiente e garantirem sua amplitude, elas têm a vantagem de poderem ser fixas, articuláveis ou retráteis;


Economia de energia e aumento de iluminação natural – optar por paredes de vidro ou grandes janelas fazem com que o uso da luz natural seja melhor aproveitado, e com isso, o gasto com energia elétrica diminui consideravelmente;

Equilíbrio ao projeto – transmite uma sensação de harmonia, abertura e acordo e compõe muita elegância a um projeto. É uma ótima opção para quem deseja interação entre os cômodos e a paisagem natural do lado de fora;

Múltiplas texturas e cores – quando se fala em vidro, a criatividade pode ser muito utilizada. São diversas cores, esmaltes, pinturas e efeitos, como o vidro decorativo ou de revestimento, que podem ser personalizados e se tornarem uma peça única na arquitetura do imóvel.

 

Extremamente versátil em aplicações – Além das tradicionais janelas e portas, o vidro pode ser usado para fazer escadas, prateleiras, divisores, coberturas e até na entrada da casa, como um ‘muro’ diferenciado;


Impermeável e resistente – quando escolhidos adequadamente, resistem ao impacto e/ou calor e pode ser usado em inúmeras aplicações internas e externas, pois também é impermeável. Os tipos mais comuns são o temperado, o laminado, o duplo e o serigrafado, mas é preciso verificar o que melhor se encaixa no projeto. A norma NBR 7199 é a que regulamenta a aplicação dos vidros na construção;


Material sustentável – Com um quilo de vidro se faz outro quilo de vidro, com perda zero e sem poluição para o meio ambiente. Além da vantagem do reaproveitamento de 100% do caco, a reciclagem permite poupar matérias-primas naturais, como areia, barrilha, calcário, etc.

Desvantagens
Falta de privacidade – quando o uso do vidro transparente é excessivo pode deixar a residência exposta. A visibilidade é de dentro para fora é maior, acarretando em menos privacidade para os moradores. A alternativa aqui é utilizar materiais reflexivos;

Desempenho térmico – o vidro esquenta mais o ambiente, portanto isso também deve ser levado em consideração. Por isso, os projetos que usam fachadas de vidro devem ser feitos em uma orientação solar para evitar a incidência direta do Sol na maior parte do dia. A alternativa para contornar esta questão é investir em soluções como a aplicação de textura refletiva serigrafada no vidro ou vidros tecnológicos com baixo índice de refração de ondas infravermelhas, impedindo que o calor penetre no recinto;

Limpeza frequente – marcas diversas ficam “impressas” nas superfícies transparentes, e se for uma fachada exposta a muitas variações climáticas, como areia de praia ou chuvas frequentes, há possibilidade de marcas e manchas. Por isso, a fachada de vidro necessita de uma manutenção frequente para garantir seu aspecto de limpeza e translucidez;


Maior dificuldade de manipulação do elemento – pelo peso relativamente alto e por ter peças mais frágeis, o transporte e a manipulação pode ser mais dificultada. Por isso, é importante contar com fornecedores e profissionais capacitados para este tipo de aplicação.

terça-feira, 17 de novembro de 2020

Fachadas da Casa em Vidro!

Sem dúvida, uma casa com fachadas de vidro transmite a sensação de poder, afinal, mais do que a sensação de imponência, o vidro promove incrível beleza e uma série de outras vantagens ao espaço.








domingo, 15 de novembro de 2020

sábado, 14 de novembro de 2020

Eduardo Galeano, in "O Caçador de Histórias"!

Num jornal do bairro do Raval, em Barcelona, uma mão anônima escreveu:

O teu deus é judeu, a tua música é negra, o teu carro é japonês, a tua pizza é italiana, 
o teu gás é argelino, o teu café é brasileiro, a tua democracia é grega, 
os teus números são árabes, as tuas letras são latinas.
Eu sou teu vizinho. E ainda me chamas estrangeiro?



ARQUITETANDO COM THELMA - Aparador de sofá!

Prezada Iara Nunes, o uso de Aparador de sofá não é nenhuma novidade, e sempre ganha destaque, principalmente diante da tendência de ambientes integrados. Você pedi dicas para usar o aparador de sofá, então preste bem atenção:
1. Altura: a altura do móvel é determinante e deve ser baseado na altura do seu sofá. Então, o ideal são as versões com a mesma altura do sofá ou mais baixos. 
2. Setorizar ambientes: a peça é um ótimo truque para dividir espaços integrados, mas mantendo um ponto de comunicação entre os ambientes, já que a peça esconde a parte de trás do sofá e costuma ser um elemento de apoio e decoração para mais de um cômodo. 3.Tamanho: o comprimento do aparador deve ser sempre do mesmo tamanho do sofá ou menor, de modo que não fiquem arestas do móvel excedendo além do sofá. 
4. Estilo: há uma variedade enorme de estilos e modelos de aparador para sala, e a ideia é que o item não fique em harmonia não apenas com o sofá, mas com todo o ambiente integrado.
Inspire-se!















quinta-feira, 12 de novembro de 2020

ALDRAVAS PELA ITÁLIA


A Itália, para mim, é uma festa para os sentidos, para todos os sentidos. 
Um dos elementos que estão pelas ruas e que muito me encantam são as Aldravas, aqueles simpáticos batedores de portas, tão característicos em cidades italianas e espanholas. Em abril, parando de cidade em cidade, andando por tantas ruas, eles saltavam aos olhos.
Muito mais que a beleza de muitos deles, gosto dos aspectos históricos, muitas vezes religiosos, que possuem. Há todo um lado social envolvido no uso de tais elementos e que muitas vezes nos parecem apenas decorativos. Do ponto-de-vista prático, são peças móveis em metal, bronze ou ferro fundido, com origem na Idade Média, com formas diversas e que fazem as vezes de campainhas. 

Colle di Val D'Elsa

Agora, batendo pernas pelas cidades italianas, a lente de minha câmera foi subitamente atraída pelos batedores de portas - mesmo sem saber se eles chegariam aqui, os fotografei pelo prazer da comparação, de verificar neles a presença de elementos religiosos, mitológicos quem sabe ou, apenas, sociais e práticos. O mesmo já havia acontecido na Espanha. Sim, tudo pode se tratar apenas de uso decorativo, corrente, não é mesmo? Confesso que prefiro acreditar que possuam sentidos mais profundos, pois só assim aguçam minha curiosidade. 


Siena

Se sairmos pelo Mundo, veremos que possuem sentidos diferentes, de acordo com a origem da população, de sua religião ou de como o costume foi inserido na comunidade - nas colônias, por exemplo, o sentido é muito mais prático, mas ainda assim, às vezes, podemos nos surpreender. Os portugueses utilizavam bem mais batedores com motivos ligados ao mar - peixes, sereias e âncoras são ainda hoje encontrados e fogem do sentido religioso, estão muito mais ligados a atividade laboral e ao instinto explorador que moveu aquele povo. E, por termos sido colonizados por eles, é comum encontrarmos em centros históricos de cidades do Nordeste as aldravas ligadas a elementos da pesca. No Marrocos, por sua vez, possuem um sentido social-religioso - ainda são mantidos em casas tradicionais dois batedores com sons distintos por porta (normalmente um em forma de pingente e o outro de argola), de modo que a esposa saiba se quem bate à porta é homem ou mulher (se for mulher poderá abri-la, caso contrário, não). Já em terras espanholas e italianas, eles ganham mais um sentido religioso ou de ascensão social, embora muitos dos elementos usados ainda estejam muito ligados a cultura muçulmana e de povos bárbaros - usados para espantar maus-espíritos e mau-olhado.


Sereia (reza a lenda que habitariam a costa italiana, junto a Ilha de Capri), peixes e ser mitológico: Lucca. 
Pelas ruas italianas encontramos uma grande variedade deles, a maioria com desenhos bastante clássicos, algumas vezes somados a botões e rosetas, que eram responsáveis por determinar o status social dos moradores da residência. 


Veneza.


Firenze.


Firenze. 


Firenze
As aldravas mais comuns são em forma de argolas, simples, algumas com pequenos detalhes que lhes dão alguma distinção - o detalhe também pode estar no suporte, alguns em forma de animais ou ramos. 


Flor de Lótus - Firenze: prosperidade, sabedoria e paz. 


San Gimignano


Pienza


Ramos: simboliza a entrada de Jesus em Jerusalém, é o símbolo da peregrinação dos fiéis. 

Saindo do nicho de argolas, chegamos aos Leões, os mais interessantes e cheios de simbolismos. O leão é um símbolo solar e que foi muito usado pela realeza como símbolo de força e riqueza - é muito comum encontrarmos esculturas de leões ornando a entrada de palácios e castelos. São considerados os guardiões das portas, por excelência e, normalmente, utilizados para causar medo ou estimular o respeito. 


Pisa


Firenze


Siena
Há um misto muito frequente da figura de seres mitológicos que se confundem com leões ou homens.


Peixes + figuras mitológicas: Roma.


Encontramos em diversas cidades, esse em especifico em Assis. 

Figura mitológica: Roma 

Na Itália, entretanto, podemos divagar sobre os aspectos mais religiosos, do ponto-de-vista católico. O Leão representa uma metáfora do Divino e seria, então, um símbolo de proteção: seu rugido, assim como a palavra de Deus, protegeria a família crente e, por consequência, sua casa. 


Figura mitológica + anjos ao centro + leão: Siena.

Roma

Qualquer que sejam os sentidos que fizeram com que ganhassem imagens e contornos diversos pelo Mundo, hoje servem para avisar aos moradores da chegada de visitas, já que os sons desses contra as fortes portas de madeira ecoam pelo interior das residências. O charme, talvez, esteja apenas em tê-los como elementos decorativos ou, de forma singela, para afastar o mau-olhado:


Figa.

Fonte: http://www.mochilinhagaucha.com.br/

Design biofílico – Muito mais complexo do que apenas a inclusão da natureza

 

Acontece muito, na arquitetura como um todo, de alguns conceitos que são amplos e abrangentes serem simplificados a ponto de perder sua essência. E isso pode estar acontecendo desde já com o design biofílico. Para acabar com a confusão, listamos abaixo o que é e o que não é design biofílico.

Antes de mais nada, se ainda não está familiarizado com esse termo, faça uma pausa e leia com calma. Assim você terá a base necessária para compreender tudo o que vamos abordar a seguir.

Para o ambientalista René Dubos, que ganhou o Prêmio Pulitzer de Não-Ficção Geral em 1969 com a obra So Human an Animal, “a relação entre a humanidade e a natureza pode ser uma relação de respeito e amor em vez de estar baseada na dominação. Só atingimos um resultado satisfatório e duradouro se ambos os parceiros são impactados por essa relação, adaptando-se um ao outro. Com nosso conhecimento e senso de responsabilidade, podemos criar ambientes ecologicamente corretos, esteticamente satisfatórios e economicamente recompensadores”.

Agora sim! Vamos aos apontamentos.

O que É design biofílico?
Amplitude, fundamento e envolvimento contínuo

design biofílico é pensado no início do projeto corporativo e deve ser implementado desde sua concepção. Não basta, apenas, inserir alguns materiais inspirados na natureza na hora de concluir a entrega do espaço acreditando que é isso que transformará o ambiente. É preciso abraçar a ideia de que um escritório construído com base em aspectos do mundo natural contribui grandiosamente para a saúde e o bem-estar dos colaboradores.

Note como esse ambiente do escritório da Orygen tem vasta entrada de luz natural. Esse é um dos caminhos de quem busca mais integração com a natureza no ambiente construído.

Note como esse ambiente do escritório da Orygen tem vasta entrada de luz natural. Esse é um dos caminhos de quem busca mais integração com a natureza no ambiente construído.

Um projeto que se baseia no design biofílico somente vinga quando está completamente envolvido com a ideia da união entre seres humanos e natureza. É um caminho de imersão. Caso o projeto seja completamente desenvolvido dentro desse contexto, mas as equipes que utilizarão os espaços não estiverem alinhadas com essa ideologia, aos poucos o propósito vai se reduzindo. Paralelamente ao investimento na construção do espaço físico é preciso trabalhar o emocional e a cultura da empresa para que todos possam tirar o maior proveito possível daquele ambiente.

Características de um ambiente COM design biofílico:

  • Integração dos ambientes
  • Habitat onde os elementos estão interconectados
  • Promoção de ligações emocionais
  • Apego ao ambiente que motiva os colaboradores
  • Interação e relacionamento positivo entre o homem e a natureza
O projeto da Orygen apostou na madeira natural como protagonista. Com formas orgânicas, agrega uma vasta sensação de imersão na natureza ao ambiente.

O projeto da Orygen apostou na madeira natural como protagonista. Com formas orgânicas, agrega uma vasta sensação de imersão na natureza ao ambiente.

Na República Checa, o escritório da empresa de mídia Economia tem um bom embasamento no design biofílico: recebe boa entrada de luz natural, conta com uma ampla área verde, aposta em formas arredondadas e investe em uma integração entre as áreas

Na República Checa, o escritório da empresa de mídia Economia tem um bom embasamento no design biofílico: recebe boa entrada de luz natural, conta com uma ampla área verde, aposta em formas arredondadas e investe em uma integração entre as áreas

O que NÃO É design biofílico?
Inserções isoladas de elementos naturais

Um vaso de plantas aqui, um painel com imagem de cachoeira ali. Apenas agregar, a um ambiente tradicional, pequenos pontos sustentados na natureza não constrói um projeto de design biofílico. Essa desconexão onde a base do ambiente é o concreto e há apenas um ou outro elemento natural não pode ser considerada como design biofílico pois o conceito dominante do espaço não é esse. Dessa forma, torna-se impossível mensurar o impacto positivo da natureza no ambiente de trabalho.

Características de um ambiente SEM design biofílico:

  • Predominância do concreto com um ou outro ponto verde isolado
  • Foco na tecnologia
  • Pouco contato com o mundo externo
  • Isolamento social
  • Pouca (ou nenhuma) ligação entre as pessoas
Menos moderno, o escritório de advocacia Rozenzwig, em Israel, até aposta em um ou outro vaso de plantas, mas tem sua estrutura fixa em formas nada orgânicas, ambientes mais escuros e rígidos, o que não condiz com o design biofílico

Menos moderno, o escritório de advocacia Rozenzwig, em Israel, até aposta em um ou outro vaso de plantas, mas tem sua estrutura fixa em formas nada orgânicas, ambientes mais escuros e rígidos, o que não condiz com o design biofílico

Três pilares do Design Biofílico

Podemos passar, então, a alguns direcionamentos que auxiliam na composição de um projeto de design biofílico. Segundo publicação The Practice of Biophilic Design, escrita por Stephen R. Kellert, professor de ecologia da Universidade de Yale, e Elizabeth F. Calabreze, arquiteta e educadora especialista em biofilia, é possível segmentar as experiências e atribuições do design biofílico em três pilares principais:

  1. Experiência direta com a natureza
  2. Experiência indireta com a natureza
  3. Experiência de espaço e lugar

Cada um desses pilares está composto por inserções positivas no ambiente construído, o que torna possível alinhar qualquer espaço – com qualquer limitação – ao conceito do design biofílico.

https://www.rsdesign.com.br/