sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

TRADIÇÃO E INOVAÇÃO NO MESMO ESPAÇO

O novo olhar sobre o tradicional (construção antiga) com o moderno (arquitetura contemporânea) faz com que o ser humano pare e reflita. Algumas pessoas amam, já outras odeiam, o importante desta união é a mobilização de todos no contexto urbano das cidades.
A Casa de Cultura da cidade austríaca de Graz, causou furor e foi comparada a uma grande bolha azul.




 
Quando a reorganização de um espaço, o uso dos materiais modernos como o aço, o vidro em grandes proporções, concreto - revitaliza o ambiente. Foi o caso da Praça Tomé de Sousa, em Salvador, onde fica situado de um lado o Palácio Rio Branco (antiga sede do govêrno do Estado da Bahia, e começou a ser construído pelo primeiro governador-geral do Brasil Tomé de Sousa, meados do século XVI), e do lado oposto da mesma praça, foi construído a sede da Prefeitura Municipal de Salvador (inicio da obra do projeto, arquiteto João Filgueiras Lima - "Lelé", em 1986) uma construção seca, moderna toda em estrutura metálica desmontável. E nos outros lados da praça estão outros prédios históricos como o Paço Municipal e a Elevação da torre do Elevador Lacerda
Esta combinação de estilos, a inteferência moderna na arquitetura antiga existente, na Biblioteca no Santuário do Caraça, no interior de Minas Gerais (Brasil), que teve uma parte do prédio destruída por um incêndio, a reconstrução parcial na época da inauguração causou polêmica.

A ordem em tudo atrai, é uma defesa contra a sensação da complicação em excesso. Na arquitetura não é diferente, é aceito o ambiente feito pelo homem que dá impressão de ser regular e previsível, serve para descansar a mente. Por isso mesmo as surpresas constantes não são bem vistas.

A inclusão da Pirâmide no Louvre (Paris) em 1989, causou uma modificação visual no entorno do museu.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Aprenda a plantar limão em uma xícara para decorar e perfumar sua casa!

Não há nada melhor do que voltar para casa e sentir que ela está limpa, 
com boas energias e cheirosa. Afinal, nosso lar é nosso refúgio, onde nos sentimos à vontade para ser nós mesmos e onde nos reunimos com as pessoas que amamos, 
o que proporciona uma vida com felicidade e prosperidade.
Plantar um pezinho de limão em uma xícara (ou um copo) além de deixar a casa 
mais bonita e aconchegante, também contribuirá para que ela tenha 
um cheirinho muito especial.

- Confira o processo logo abaixo -
Você vai precisar de:
. Sementes de limão
. Terra
. 1 xícara média
. Água
. 1 pinça pequena
Como fazer
O processo é bem simples e rápido de fazer, siga as instruções:
Separe as melhores sementes de limão que você tiver e deixe-as de molho por cerca de uma hora. Dessa maneira, será mais fácil para você remover a pelezinha da fruta 
que fica em torno das sementes.
Quando terminar o molho, retire toda a pele das sementes, para que o processo de geminação seja mais rápido. Se precisar de ajuda para retirar a pele, 
use uma pequena pinça.
Volte as sementes para o molho, desta vez por dois dias ou até perceber que já começaram a germinar.
Depois disso, coloque a mudinha num copo de vidro e cubra com solo úmido.
Para deixar mais bonito, você pode colocar pedrinhas por cima da terra, 
que o pezinho de limão surgirá sem problemas. (opcional)



Lembre-se de regar sempre que perceber que o solo está seco e permita que sua plantinha tome banho de sol regularmente, isso é fundamental para que permaneça 
viva e saudável.



Fonte: Portal Raízes.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Quem criou o “piso paulista”, a tradicional calçada de São Paulo?

Contornos que representam o mapa do estado de São Paulo, em um formato geométrico que passou a simbolizar a cidade paulistana a partir de suas calçadas. Você sabia que uma artista e arquiteta foi a criadora deste símbolo? Tudo começou em um concurso cultural, em 1965, para a escolha daquele que seria o padrão das calçadas paulistanas. Mirthes Bernardes, na época desenhista da Secretaria de Obras, entrou no concurso, mas não imaginava que logo o seu desenho seria o eleito como ganhador.

Mirthes considerava simples o esboço que tinha feito, e não imaginava que ficaria entre os quatro finalistas. A votação final seria feita após a aplicação dos desenhos nos ladrilhos da Av. Consolação. A criação de Mirthes concorria com um desenho de grãos de café e outro que representava pés caminhando.
Mesmo não tendo a pretensão de ganhar o concurso, para a criação Mirthes tinha se inspirado em um símbolo bastante famoso: as ondas do calçadão de Copacabana. Sem copiar a ideia, a inspiração fez com que contornos simples passassem a representar a capital paulistana, assim como havia sido no Rio de Janeiro. E o símbolo não se restringiu apenas ao calçamento da cidade, mas ao longo dos anos chegou aos souvenirs, propagandas e até aos chinelos. 

I

O “piso paulista”, como ficou conhecido este calçamento, chegou primeiro à Av. Faria Lima, depois na Av. Amaral Gurgel e até na tradicional esquina da Av. Ipiranga com a Av. São João. Hoje, entretanto, os tradicionais ladrilhos aos poucos estão sumindo das calçadas paulistanas, sendo substituídos por concreto, cinza, não mais com o símbolo tão tradicional da cidade.
Mirthes, mesmo com a representatividade que o desenho ganhou, após ter vencido o concurso não recebeu valores ou direitos pela criação. Os anos se passaram e a artista continuou lutando pelo reconhecimento, mas não disfarça o desapontamento por não ter alcançado este objetivo e por ver a cada dia a substituição dos ladrilhos com seu desenho nas calçadas paulistanas. 



A arquiteta e artista já passou dos 80 anos e permanece desenvolvendo trabalhos artísticos, com cobre e esmalte. Seu engajamento sempre esteve presente nos trabalhos que desenvolvia, incluindo a Fundação Casa e a Secretaria de Cultura do Estado. Tudo isso em paralelo à arte.
As calçadas na cidade de São Paulo, conforme a possibilidade de que cada morador e comerciante cuide do seu pedacinho de calçamento, se tornaram desiguais e, na maioria dos exemplos, mal conservadas. A troca do “piso paulista” pela calçada de concreto é justificada pela Prefeitura como um modo de aumentar a drenagem.

 

O fato de não ser tombado faz com que os ladrilhos possam ser substituídos facilmente, o que leva à defesa por especialistas de que a solução seria a consideração dos ladrilhos como patrimônio histórico, ou que ao menos houvesse a mudança quanto a quem cabe a responsabilidade pelas calçadas, retornando então ao município. 
Até que mudanças sejam feitas, o incentivo a que os paulistanos conheçam o trabalho da artista Mirthes Bernardes chegou até a exposição que está em cartaz em exposição “São Paulo Não É Uma Cidade”, no recém-inaugurado SESC 24 de Maio, chamando a atenção do público para o trabalho e a contribuição à cidade. 
Vale a pena conferir e reconhecer o símbolo paulistano em nossas calçadas e objetos representativos!

Referências: SP City, Perfis Paulistanos (blog a partir de TCC), Folha de S. Paulo

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Azulejo marroquino Zellige

Desde que a Hermès criou, durante o Salão do Móvel de Milão 2018, uma enorme instalação usando azulejos marroquinos, o revestimento bombou e não saiu mais da moda. Com brilho e irregularidades na medida certa, o revestimento cerâmico, que se chama Zellige, traz um resultado maravilhoso para o décor e é capaz de levar calor à decoração de banheiros, cozinhas, ambientes comerciais e onde mais a criatividade mandar.













domingo, 12 de janeiro de 2020

(João Cabral de Melo Neto)

Não há guarda-chuva
contra o poema
subindo de regiões onde tudo é surpresa
como uma flor mesmo num canteiro.

Não há guarda-chuva
contra o amor
que mastiga e cospe como qualquer boca,
que tritura como um desastre.

Não há guarda-chuva
contra o tédio:
o tédio das quatro paredes, das quatro
estações, dos quatro pontos cardeais.

Não há guarda-chuva
contra o mundo
cada dia devorado nos jornais
sob as espécies de papel e tinta.

Não há guarda-chuva
contra o tempo,
rio fluindo sob a casa, correnteza
carregando os dias, os cabelos.


sábado, 11 de janeiro de 2020

Arquitetando com Thelma: Duchas ao ar livre!

Marcia Brito quer construir uma ducha ao ar livre na sua casa para que as crianças se divirtam e amenizem um pouco o calor que anda fazendo por aqui pelo nordeste. Ela me diz que a grana anda curta para construção de uma piscina, então, segue abaixo várias fotos com ideias deliciosas para que você se inspirar! Serve também para adyltos.




















sexta-feira, 10 de janeiro de 2020