sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

FELIZ 2011!!!

 Estou fugindo do previsível nesse  final de ano, ficarei em casa, não irei a praia, não comerei uvas nem guardarei os caroços de romã, ficarei sentada na varanda bebericando champanhe e olhando os fogos de artifícios coloridos explodindo no céu, mas, o balanço  será inevitável. Li no ínicio de 2010 um  excelente texto do Dráuzio Varela (Folha de São Paulo), e transporto uns trechos o ano de 2011:

“Toda vez que o fim de dezembro se aproxima, sou invadido pela certeza de que minha vida será ainda melhor. Sei que se trata de um pensamento mágico, mas me aproprio dele para experimentar a sensação de felicidade que a esperança traz. Então faço planos para estudar mais, dedicar mais tempo para a família e os amigos, escrever livros, criar bons textos, correr maratonas, ler livros que me transformarão, subir e descer o rio Negro muitas vêzes e ouvir as histórias dos ribeirinhos, além de me tornar menos neurótico, reconciliado com os meus conflitos internos.  Tenho consciência de que o conjunto de afazeres necessários para atingir esses objetivos é vasto, mas não me acovardo diante deles. Em minha imaginação, conseguirei cumpri-los; na pior das hipóteses, uma ou outra demanda ficará para trás, incompleta”

Igual ao Dr. Dráuzio, dá uma vontade de achar que vou fazer tudo o que desejo, com esse gás inicial do descanso que parece que vai durar 12 meses com a mesma intensidade.
Além dos planos, ele fala também do balanço de final de ano e de um truque muito interessante que  aprendeu com uma amiga que já se separou 4 vezes e que, toda vez que ficava em dúvida sobre continuar casada ou separar-se, dividia uma folha de papel ao meio e anotava as vantagens do relacionamento de um lado e as desvantagens do outro:

"Durante meses ela anotava na coluna correspondente tudo o que lhe ocorria a respeito do outro: dos traços da personalidade ao gosto musical, do grau de honestidade à bagunça com as roupas, das atitudes generosas às manifestações de egoísmo. No fim, quando se achava preparada para tomar a decisão, fazia a soma aritmética de cada coluna. Se o número de qualidades e vantagens fosse maior, continuava casada; caso contrário, tudo acabado. Não atribuía pêsos distintos aos itens relacionados em cada lista, a grandeza de caráter valia tanto quanto o desleixo com o tubo de pasta de dente, a infidelidade conjugal tanto quanto o bom gosto com as gravatas ou as boas maneiras à mesa. Adotava o método aritmético porque, se o fizesse de outra maneira, ficaria paralisada, sem condições de decidir a respeito da importância relativa de cada qualidade ou defeito no cômputo geral. Sem o rigor sistemático das listagens de minha amiga, quando o fim de ano se aproxima, procuro alinhar de um lado o que deu certo e os acontecimentos que me deixaram feliz, do outro as frustrações e os erros que cometi.
No final, somo tudo para saber se o ano foi bom. Adoto o mesmo critério dela: a soma aritmética. O carro que comprei pesa tanto quanto a caneta de estimação que perdi; o livro que publiquei não vale mais do que a história lida para minha neta na hora de dormir; as rugas novas em meu rosto valem tanto quanto o olhar tímido da morena de cabelo curto que passou por mim na avenida Paulista. O escore final, resultado da diferença numérica entre as duas colunas, é que define o quanto foi bom ou mau o ano que termina. O inconveniente desse método é que ele me obriga a traçar planos ambiciosos para o ano seguinte; utópicos até, porque o tempo impõe limites às tarefas que um homem consegue realizar nas 24 horas de cada dia. Não tem importância, prefiro acreditar que 2011 será um ano que me trará momentos de felicidade jamais vividos e que conseguirei colocar em prática as ideias mais mirabolantes que me vierem à cabeça, do que imaginar a situação contrária: a do ano preenchido pela repetição rotineira. O único problema é que o número de desafios que me disponho a enfrentar para obter um escore favorável no fim de tudo às vezes cansa. Chego a invejar o equilíbrio psicológico daqueles que levam vidas mais contemplativas, em lugares remotos, como o caboclo que vi ao longe, sozinho, sentado num tronco à beira do rio Negro, às 6hs. Ao encontrá-lo na mesma posição duas horas mais tarde, perguntei o que fazia ali: ”Estou sentado”, respondeu."

Agora entendi tudo e passarei o final do ano sentada, e estarei ótima!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

FOTOGRÁFO DAVID LACHAPELLE

Veja abaixo a arte do fotográfo David LaChapelle (nascido na Carolina do Norte, USA - 1969), estudou Belas Artes, Arts Student League e na School of Visual Arts. Primeiro trabalho profissional enquanto fotógrafo ao serviço da revista Interview, pela mão precisamente do seu fundador, Andy Warhol. Durante o fim da década de 80 ele começou a ser reconhecido na cena nova-iorquina por beirar o surrealismo, com os seus trabalhos, com à inusualidade das imagens criadas, através de fotos ultra saturadas que misturam o glamour com uma fantasia cómica, de beleza e bizarria.


Já fez capas de muitas revistas, como  a "Rolling Stones",  e está entre o queridinho das celebridades internacionais, como Madonna e Angelina Jolie entre tantos artistas consagrados.

Com produções, iluminações e conceitos muito bons os trabalhos de Lachapelle se destaca de tantos outros no mercado pop/mtv de hoje em dia.





http://www.lachapellestudio.com

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

SALÃO DE BELEZA EM TOQUIO

Salão de Beleza em Tóquio, Sin Den, da design da Klein Dytham Architecture. Os proprietários moram e trabalham juntos no local.
Os clientes são atraídos pela beleza da pintura que é uma espécie de tatuagem, e só ficam bem numa parede preta como esta, com uma imagem forte contornada por linha branca, é simplesmente inovadora.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

DÁ PARA ACREDITAR?!!



Recebido por e-mail.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

CONVENTO SANTA CLARA_A_VELHA - COIMBRA (PORTUGAL)

Espetacular obra de desassoreamento e recuperação de um convento histórico que remonta aos tempos da Rainha Santa Isabel (fundado em 1283 e consagrada em 1330), meio submerso pelo Rio Mondego durante séculos. Vale a pena visitar. Se quiser tirar mais proveito da visita, terá à disposição, ali quase ao lado, o Atual Mosteiro de Santa Clara, com o Túmulo da Rainha, um panorama excepcional sobre o rio e a Cidade de Coimbra (Portugal), a Quinta das Lágrimas e até o Portugal dos Pequenitos.

domingo, 26 de dezembro de 2010

RUA CHILE (SALVADOR - BAHIA / BRASIL)

Inicio da Rua Chile, centro da cidade do Salvador (Bahia - Brasil), antigo ponto de encontro, antes do evento dos shoppings. 

SEMANA COM KHALIL GIBRAN

Quando o amor acenar, 
siga-o ainda que por caminhos ásperos e íngremes.
O Amor debulha-o até deixá-lo nu.
Transforma-o, livrando-o de sua palha.
Tritura-o, até torná-lo branco.
Amassa-o, até deixá-lo macio; e, então, 
submete ao fogo para que se transforma em pão 
para alimentar o corpo e o coração!

                                                             (Khalil Gibran)   
Gibran Khalil Gibran (Bicharre, 1883 – Nova Iorque, 1931), conhecido como Khalil Gibran, foi ensaísta, filósofo, poeta e pintor de origem  libanesa, cujos escritos, profundos e com muita  espiritualidade, alcançou admiração do público de todo o mundo.
Pesquisa na internet.

sábado, 25 de dezembro de 2010

MENSAGEM DE NATAL

NATAL é busca, é encontro.
NATAL é reconciliação e perdão.
É levantar as mãos para o infinito e cantar louvores ao Criador. 


Nesse NATAL:
Quero de presente o seu perdão pelos meus erros, minhas omissões, 
minhas intransigências, minhas rabugices. 
Quero sua compreensão, sua mão estendida, o calor do seu abraço.
Em troca lhe ofereço meu coração, minha amizade,
meus braços abertos e minhas orações.
Na Paz dessa noite santa, desejo que portas e corações
se abram para receber o Criador e Consumador de todas as coisas: JESUS.
Que o Amor, a Fraternidade, a Doação e o Perdão sejam a bússola divina para 
orientar nossa caminhada no transcurso do Ano Novo que se anuncia.

FELIZ NATAL!