terça-feira, 21 de janeiro de 2020

“Hidropainel” doméstico transforma ar em água potável usando placa solar

Um sistema criado para produzir água potável através da umidade do ar usando placas solares. Este é o Source, equipamento criado pela empresa norte-americana Zero Mass Water que foi apresentado ao mundo em 2016 e agora chega no CES 2020, uma das maiores feiras de tecnologia que acontece anualmente em Las Vegas.
Os hidropanéis absorvem o vapor de água do ar utilizando uma substância higroscópica. O sistema filtra o ar (impedindo que partículas e outros detritos entrem na produção da água) e a água é mantida limpa com ozonização dentro do reservatório integrado. A companhia garante que a água produzida é pura e mineralizada com cálcio e magnésio.
O funcionamento do equipamento usa energia solar para não depender de uma prévia infraestrutura elétrica, de forma que pode ser instalado em qualquer lugar do mundo. A ideia é ajudar a suprir comunidades carentes ao redor do mundo.
No evento em Las Vegas foi apresentado uma versão compacta do original. Batizado de “rexi”, o aparelho possui metade do tamanho de um hidropainel padrão e foi projetado para pequenos consumidores: residenciais, escolas e até empresas menores. Ao comprá-lo, a companhia envia o representante para fazer toda a instalação. Cada equipamento possui vida útil de 15 anos. 






Fonte:www.ciclovivo.com.br

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Plantas que afastam a negatividade da casa

Além de decorar e perfumar o lar, algumas espécies têm o poder de atrair boas energias e afastar a negatividade. 


Que a casa fica muito mais bonita com um conjunto de plantinhas, a gente sabe.
E que os diversos aromas dão mais vida aos ambientes, também. A novidade aqui é que algumas espécies são cultivadas a fim de expulsar as energias negativas que podem chegar aos nossos lares, tornando o ar mais leve e atraindo a positividade.
Enquanto alguns acreditam que o poder curativo das plantas não passa de superstição, outros realmente introduziram esta alternativa em suas vidas, na busca de boas vibrações.
Se você é um destes e quer viver longe de qualquer vestígio de negatividade, confere abaixo a lista de sete plantas que melhoram nosso astral e afastam a inveja, o mau olhado e as energias pesadas de casa!


Arruda

Envolta pelo misticismo, a arruda é usada por benzedeiras em suas rezas e em vasos nas entradas da casa, de forma a proteger a energia do local.
A planta é conhecida também por afastar o mau olhado e limpar o ambiente, eliminando o clima pesado. Quando suas folhas murcham, diz-se que morreram combatendo as vibrações negativas do ambiente.


Pimenteira


Outra planta que seca após a absorção de energias negativas é a pimenteira. Com suas cores exuberantes e aromas fortes, o vegetal repele os maus fluidos e protegem a casa de pessoas invejosas.


Alecrim

Uma ótima opção para limpar os fluidos de baixa frequência é o alecrim. Enquanto afasta a inveja, a planta também atrai amores sinceros e felicidade. Além disso, seus óleos essenciais estimulam a atividade cerebral e aumentam o nível de alerta.


Jasmim

Conhecida como “planta dos casais”, a jasmim possui, além de uma fragrância doce, o poder de ajudar no campo espiritual. Fortalece e apimenta relações e restaura o otimismo e a vitalidade. Se você decidir cultivá-la em sua casa, posicione-a em uma janela apontada para o sentido sul.


Cacto

Acredita-se que os cactos têm a capacidade de absorver energias eletromagnéticas de equipamentos elétricos, purificar os ambientes e afastar pessoas mal intencionadas.
Além disso, sua ornamentação exótica é uma ótima saída para decorar aquele cantinho da sua casa que ainda não recebeu uma atenção especial.


Lírio-da-paz

Assim como o cacto, o lírio-da-paz limpa as ondas eletromagnéticas provenientes de aparelhos eletrônicos e purificam o ar, auxiliando no combate a pensamentos ruins e no equilíbrio do ambiente.


Tomilho

O tomilho combate as energias negativas e purifica o ambiente, além de melhorar o sono e a autoestima. Acredita-se, ainda, que a planta protege a casa e seus moradores.

Fonte:www.casa.com.br

domingo, 19 de janeiro de 2020

Saber Viver - Cora Coralina (Tenho que aprender)!

Os versos abaixo celebra antes de tudo a comunhão, a partilha, o viver em comunidade.
A vocação principal do poema é sublinhar a importância da vida em conjunto, do afetar e do deixar ser afetado pelo outro. É desse encontro que surge o que há de mais precioso na vida.
Os versos nos ensinam a estarmos uns para os outros: a ouvir, a enxergar, a identificar a necessidade de quem está ao nosso lado e muitas vezes passa despercebido. Ao invés de olharmos para nós mesmos, o poema nos estimula a olhar para a fora e a ir de encontro ao outro. Saber Viver que só faz sentido existir e estarmos aqui se for para aproveitarmos a companhia que temos.

Não sei…
se a vida é curta
ou longa demais para nós.
Mas sei que nada do que vivemos
tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que sacia,
amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo:
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
não seja nem curta,
nem longa demais,
mas que seja intensa,
verdadeira e pura…
enquanto durar.

sábado, 18 de janeiro de 2020

ARQUITETANDO COM THELMA: COR SALMÃO!

Você, Analide Soares quer uma decoração sofisticada e elegante, e ama a cor salmão, vá fundo e saia pincelando alguns ambientes da sua casa. A cor salmão é ideal tanto para ambientes internos quanto externos. A cor salmão apresenta diversas tonalidades que vão desde alaranjado até o rosado escuro. Inspire-se!












sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

TRADIÇÃO E INOVAÇÃO NO MESMO ESPAÇO

O novo olhar sobre o tradicional (construção antiga) com o moderno (arquitetura contemporânea) faz com que o ser humano pare e reflita. Algumas pessoas amam, já outras odeiam, o importante desta união é a mobilização de todos no contexto urbano das cidades.
A Casa de Cultura da cidade austríaca de Graz, causou furor e foi comparada a uma grande bolha azul.




 
Quando a reorganização de um espaço, o uso dos materiais modernos como o aço, o vidro em grandes proporções, concreto - revitaliza o ambiente. Foi o caso da Praça Tomé de Sousa, em Salvador, onde fica situado de um lado o Palácio Rio Branco (antiga sede do govêrno do Estado da Bahia, e começou a ser construído pelo primeiro governador-geral do Brasil Tomé de Sousa, meados do século XVI), e do lado oposto da mesma praça, foi construído a sede da Prefeitura Municipal de Salvador (inicio da obra do projeto, arquiteto João Filgueiras Lima - "Lelé", em 1986) uma construção seca, moderna toda em estrutura metálica desmontável. E nos outros lados da praça estão outros prédios históricos como o Paço Municipal e a Elevação da torre do Elevador Lacerda
Esta combinação de estilos, a inteferência moderna na arquitetura antiga existente, na Biblioteca no Santuário do Caraça, no interior de Minas Gerais (Brasil), que teve uma parte do prédio destruída por um incêndio, a reconstrução parcial na época da inauguração causou polêmica.

A ordem em tudo atrai, é uma defesa contra a sensação da complicação em excesso. Na arquitetura não é diferente, é aceito o ambiente feito pelo homem que dá impressão de ser regular e previsível, serve para descansar a mente. Por isso mesmo as surpresas constantes não são bem vistas.

A inclusão da Pirâmide no Louvre (Paris) em 1989, causou uma modificação visual no entorno do museu.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Aprenda a plantar limão em uma xícara para decorar e perfumar sua casa!

Não há nada melhor do que voltar para casa e sentir que ela está limpa, 
com boas energias e cheirosa. Afinal, nosso lar é nosso refúgio, onde nos sentimos à vontade para ser nós mesmos e onde nos reunimos com as pessoas que amamos, 
o que proporciona uma vida com felicidade e prosperidade.
Plantar um pezinho de limão em uma xícara (ou um copo) além de deixar a casa 
mais bonita e aconchegante, também contribuirá para que ela tenha 
um cheirinho muito especial.

- Confira o processo logo abaixo -
Você vai precisar de:
. Sementes de limão
. Terra
. 1 xícara média
. Água
. 1 pinça pequena
Como fazer
O processo é bem simples e rápido de fazer, siga as instruções:
Separe as melhores sementes de limão que você tiver e deixe-as de molho por cerca de uma hora. Dessa maneira, será mais fácil para você remover a pelezinha da fruta 
que fica em torno das sementes.
Quando terminar o molho, retire toda a pele das sementes, para que o processo de geminação seja mais rápido. Se precisar de ajuda para retirar a pele, 
use uma pequena pinça.
Volte as sementes para o molho, desta vez por dois dias ou até perceber que já começaram a germinar.
Depois disso, coloque a mudinha num copo de vidro e cubra com solo úmido.
Para deixar mais bonito, você pode colocar pedrinhas por cima da terra, 
que o pezinho de limão surgirá sem problemas. (opcional)



Lembre-se de regar sempre que perceber que o solo está seco e permita que sua plantinha tome banho de sol regularmente, isso é fundamental para que permaneça 
viva e saudável.



Fonte: Portal Raízes.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Quem criou o “piso paulista”, a tradicional calçada de São Paulo?

Contornos que representam o mapa do estado de São Paulo, em um formato geométrico que passou a simbolizar a cidade paulistana a partir de suas calçadas. Você sabia que uma artista e arquiteta foi a criadora deste símbolo? Tudo começou em um concurso cultural, em 1965, para a escolha daquele que seria o padrão das calçadas paulistanas. Mirthes Bernardes, na época desenhista da Secretaria de Obras, entrou no concurso, mas não imaginava que logo o seu desenho seria o eleito como ganhador.

Mirthes considerava simples o esboço que tinha feito, e não imaginava que ficaria entre os quatro finalistas. A votação final seria feita após a aplicação dos desenhos nos ladrilhos da Av. Consolação. A criação de Mirthes concorria com um desenho de grãos de café e outro que representava pés caminhando.
Mesmo não tendo a pretensão de ganhar o concurso, para a criação Mirthes tinha se inspirado em um símbolo bastante famoso: as ondas do calçadão de Copacabana. Sem copiar a ideia, a inspiração fez com que contornos simples passassem a representar a capital paulistana, assim como havia sido no Rio de Janeiro. E o símbolo não se restringiu apenas ao calçamento da cidade, mas ao longo dos anos chegou aos souvenirs, propagandas e até aos chinelos. 

I

O “piso paulista”, como ficou conhecido este calçamento, chegou primeiro à Av. Faria Lima, depois na Av. Amaral Gurgel e até na tradicional esquina da Av. Ipiranga com a Av. São João. Hoje, entretanto, os tradicionais ladrilhos aos poucos estão sumindo das calçadas paulistanas, sendo substituídos por concreto, cinza, não mais com o símbolo tão tradicional da cidade.
Mirthes, mesmo com a representatividade que o desenho ganhou, após ter vencido o concurso não recebeu valores ou direitos pela criação. Os anos se passaram e a artista continuou lutando pelo reconhecimento, mas não disfarça o desapontamento por não ter alcançado este objetivo e por ver a cada dia a substituição dos ladrilhos com seu desenho nas calçadas paulistanas. 



A arquiteta e artista já passou dos 80 anos e permanece desenvolvendo trabalhos artísticos, com cobre e esmalte. Seu engajamento sempre esteve presente nos trabalhos que desenvolvia, incluindo a Fundação Casa e a Secretaria de Cultura do Estado. Tudo isso em paralelo à arte.
As calçadas na cidade de São Paulo, conforme a possibilidade de que cada morador e comerciante cuide do seu pedacinho de calçamento, se tornaram desiguais e, na maioria dos exemplos, mal conservadas. A troca do “piso paulista” pela calçada de concreto é justificada pela Prefeitura como um modo de aumentar a drenagem.

 

O fato de não ser tombado faz com que os ladrilhos possam ser substituídos facilmente, o que leva à defesa por especialistas de que a solução seria a consideração dos ladrilhos como patrimônio histórico, ou que ao menos houvesse a mudança quanto a quem cabe a responsabilidade pelas calçadas, retornando então ao município. 
Até que mudanças sejam feitas, o incentivo a que os paulistanos conheçam o trabalho da artista Mirthes Bernardes chegou até a exposição que está em cartaz em exposição “São Paulo Não É Uma Cidade”, no recém-inaugurado SESC 24 de Maio, chamando a atenção do público para o trabalho e a contribuição à cidade. 
Vale a pena conferir e reconhecer o símbolo paulistano em nossas calçadas e objetos representativos!

Referências: SP City, Perfis Paulistanos (blog a partir de TCC), Folha de S. Paulo

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Azulejo marroquino Zellige

Desde que a Hermès criou, durante o Salão do Móvel de Milão 2018, uma enorme instalação usando azulejos marroquinos, o revestimento bombou e não saiu mais da moda. Com brilho e irregularidades na medida certa, o revestimento cerâmico, que se chama Zellige, traz um resultado maravilhoso para o décor e é capaz de levar calor à decoração de banheiros, cozinhas, ambientes comerciais e onde mais a criatividade mandar.