domingo, 16 de setembro de 2018

Natália Correia, em "Rio de Nuvens, Antologia Poética"


Casta e fabulosa a lua
Estampada na vidraça.
De sentinela, na rua.
Só o silencio que passa.
Risca a treva o clarão
De uma porta que se abre
Para uma perdida verdade
Submersa na solidão.
E aquela estrela cadente
Numa curva já sumida
Escreve no céu de repente
Todo o mistério da vida.



sábado, 15 de setembro de 2018

ARQUITETANDO COM THELMA: ALMOFADAS!

Samara Costa me pegunta que tipo de almofadas ela deve usar e quer inspirações. 
Hoje em dia, elas são um ponto forte na decoração, tudo vai depender do seu estilo e 
das cores do ambiente. Almofadas são peças deliciosas, deixam o ambiente mais gostoso, aconchegante e, ainda, dão um toque especial na decoração. Ambiente sóbrio pode ganhar vida com almofadas coloridas e estampadas, ao passo que um cômodo vibrante ganha toques de delicadeza com almofadas lisas e com tecidos refinados, tais como o veludo, que transformam um sofá, por exemplo, em um cantinho acolhedor e convidativo. 






















sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Novas perspectivas para os arquitetos e urbanistas: EEAU 2018


“A ideia é difundir aos participantes algumas das mais significativas práticas profissionais e propiciar possibilidades de atuação no campo da habitação, pequenos comércios, meio ambiente, patrimônio histórico, mobilidade urbana, direito urbanístico e desenvolvimento tecnológico”

“Entendemos que a estrutura sindical contemporânea deve estar inserida dentro de um novo sistema de ação, realizada em rede, junto com os diversos atores da sociedade que constroem e reconstroem nossas vidas e nossas cidades”.
EEAU 2018: Novas perspectivas para os arquitetos e urbanistas
Arquitetas e arquitetos, de 25 a 29 de Setembro de 2018 tem o Encontro Estadual dos Arquitetos e Urbanistas (EEAU) 2018, evento realizado pelo SASP que, neste ano, conta com o tema “Novas Perspectivas para a Atuação dos Arquitetos e Urbanistas”.
A organização do EEAU-2018 é o resultado prático das atividades em rede do SASP e apresenta o trabalho de todos os indivíduos, coletivos, movimentos, associações, empresas, ONGs, entidades e demais atores que vivenciaram, produziram ideias, ações e arranjos, contribuindo para a construção de novas perspectivas para a readequação e ampliação do mercado de trabalho dos arquitetos e urbanistas.
PROGRAMAÇÃO
(25/09). ABERTURA DO ENCONTRO
19h-21h: Mesa redonda: Novas Perspectivas para Atuação dos Arquitetos e Urbanistas

26/09). ASSISTÊNCIA TÉCNICA, HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL E O MERCADO DE TRABALHO
13h-15h: A expansão dos Campos de Trabalho dos arquitetos e urbanistas

15h-17h: Roda de conversa: Assistência técnica, um campo de trabalho viável?

17h-18h: Novas formas de organização, cooperação e produção para a cadeia da construção civil

19h-21h: Lançamento do Fundo de Apoio ao profissional arquiteto e urbanista

Quinta (dia 27/09). ENSINO, FORMAÇÃO E TECNOLOGIA
13h-15h: Novas tecnologias aplicadas à arquitetura e urbanismo


15h-18h: Desafios e Percepções da formação: Para que(m) os arquitetos e urbanistas são formados?

19h-21h: Teoria e prática: como superar esse abismo na formação dos arquitetos e urbanistas?

21h30-23h00: Sessão de cinema: “O homem que virou suco” (1980. Direção: João Batista de Andrade)

Sexta (dia 28/09). PATRIMÔNIO CULTURAL E OS CONSTRUTORES DA CIDADE
13h-14h30: Materiais e tecnologias aplicadas à arquitetura e urbanismo

14h30-17h: Invisibilizados como Tebas: quem são os construtores das cidades?

19h-21h: Habitação Social e Patrimônio Cultural:

Sábado (dia 29/08). CIDADES E SEGURANÇA ALIMENTAR
10h-13h: Transformar as cidades: a participação dos arquitetos na agricultura urbana

Onde
Sindicato dos Arquitetos SASP
Endereço

Auditório do SASP. Rua Araújo, 216. Piso Intermediário. República, São Paulo.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Ideias para Área Externa da Casa

Grandes idéias para a área externa da casa, seja o quintal, os acessos ou jardim. Eles vão dar um toque espetacular à sua casa!




















quarta-feira, 12 de setembro de 2018

TIRE DO ARMÁRIO SEU RÁDIO TOCAFITAS...

Eu joguei o meu rádio toca fita do carro fora tem muito tempo, agora se você guardou o seu existe a solução para ouvir todas as suas musicas em Mp3, graças a Stand Alone Cassette Mp3 Player.
É só inserir um cartão SD na fita, com sua seleção de musicas favoritas e ouvir no seu radio.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

“Pequeno guia prático para a agricultura urbana”

“Plantar na cidade traz inúmeros benefícios” e “água se planta” são duas das frases de incentivo que aparecem no site “Pequeno guia prático para a agricultura urbana”, lançado em julho de 2018. Entre os benefícios de se plantar na cidade estão o aumento da segurança alimentar e na atratividade de espaços públicos, diminuição dos alagamentos, filtragem da poluição do ar, conservação da água e do solo, entre outros. A cartilha reúne técnicas, conceitos, explicações e outras informações a respeito das hortas urbanas. No site, há também indicações de leitura e um mapa interativo de iniciativas de preservação, recuperação e produção de alimentos nas cidades. O guia foi feito pelo Ministério do Meio Ambiente e a Fundição Progresso, centro cultural carioca, com o apoio da ONU Meio Ambiente, do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CBDES) e do coletivo Organicidade. Os termos horta urbana, agricultura urbana e horta comunitária entraram mais firmemente no léxico das cidades brasileiras nos últimos cinco anos. Mas o movimento é antigo e internacional: em 1973, a artista e ativista americana Liz Christy criou um jardim comunitário em um terreno abandonado em Nova York e o jardim deu origem ao movimento “guerrilha verde”, em atividade até hoje. O cultivo orgânico de alimentos — como hortaliças e ervas — e outras plantas nas cidades busca reaproximar moradores das metrópoles do plantio, promover a alimentação saudável e também intervir no espaço urbano, transformando áreas ociosas.


Guia’ em 4 pontos:
1. RECONHECIMENTO DAS ESPÉCIES INDICADORAS 
Depois de obter a autorização dos responsáveis pelo espaço a ser cultivado, seja público ou privado, e organizar um grupo interessado em implementar e manter o cultivo, o material recomenda identificar espécies já existentes naquele solo – nos casos em que ele não está totalmente empobrecido – para ajudar a orientar a escolha de plantas mais adequadas para o local. O guia cita plantas que conseguem vingar em solos pobres, como a carqueja, e outras para solos mais férteis, como a mamona. 

2. DESENHO DOS CANTEIROS 
Alguns cuidados básicos são necessários na delimitação de um canteiro. Primeiro, é preciso ser capaz de alcançar, de fora do canteiro, todas as plantas que estão dentro dele. Pisar dentro é prejudicial porque compacta a terra. A posição em relação ao sol também é importante, e por isso os canteiros devem estar na direção norte-sul, o que impede que uma planta faça muita sombra ao longo do dia. A quantidade de Sol necessária e em qual período do dia também varia de acordo com a planta. Hortaliças, por exemplo, “preferem” o Sol da manhã. Para evitar o gasto de energia com a manutenção da horta, o ideal é que os canteiros fiquem próximos a um ponto de água. 

3. TECNOLOGIA DA FLORESTA’ 
A agrofloresta, sistema agrícola que combina plantas agrícolas e florestais, é a forma de cultivo preconizada pelo guia. Como na floresta, o solo é coberto por folhas e galhos – camada chamada de serapilheira. A decomposição fornece alimento para todos os organismos que vivem debaixo da terra, que por sua vez alimentam as plantas. Mais de uma espécie é plantada por canteiro. “Elas se ajudam e trocam nutrientes entre si pela teia de raízes e fungos debaixo da terra. Quanto maior a diversidade de espécies, mais rico o ambiente se torna, atraindo os polinizadores, essenciais para a formação dos nossos legumes e frutas”, explica o guia. 

4. MANEJO DIÁRIO: 
Uma vez plantadas, há a manutenção, que inclui poda, irrigação, adubação e compostagem. O material dá instruções sobre cada procedimento e algumas dicas específicas relativas à influência das fases da Lua sobre as plantas. Da lua minguante à lua nova, a seiva se concentra nas raízes, e da lua crescente à cheia, nos caules e folhas. Isso significa que o melhor período para a poda é a lua minguante. A poda deve ser feita sempre com um corte limpo, evitando rachaduras no caule. A planta se recupera mais rápido e não gasta energia com a cicatrização. A lua cheia é melhor para plantar, pois estimula a brotação e diminui o tempo de adaptação do cultivo.

https://www.nexojornal.com.br/

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Ambiente com um toque vintage!

Veja abaixo a decoração com clima do passado de alguns ambientes, que é uma da tendência que nunc sai de moda. Móveis, objetos e acessórios analógicos ressurgem que podem surgir (ou não) com novas funções. Mesa de centro, sofás, aparador, discos de vinil, telefone, quadros e etc... para se inspirar, investir e, criar espaços com mais identidade.





















  


domingo, 9 de setembro de 2018

Por de trás de um sorriso.

Já diziam os poetas, 
meus sorrisos nem sempre repercutem o que eu sinto.
Hoje sorrio não apenas por alegrias, 
porque aprendi a sorrir das minhas dores.
Meu sorriso nem sempre vem da felicidade, 
apenas é uma forma de amenizar minha tristeza.
O sorrir não representa apenas coisas boas, 
muitas vezes escondem as coisas ruins que trago no peito.
As vezes te digo com um belo sorriso, que esta tudo bem. 
Aceito suas mentiras, 
mesmo sem acreditar e não desmancho meu sorriso.
Afinal meu sorriso é minha força para suportar, 
os desafios de cada dia. 
As decepções que as pessoas me causam, 
sorrir alimenta minha alma, ilumina meu dia, mas não suplanta as amarguras e nem as feridas abertas, que insistem em sangrar.
Sempre que eu sorrir ao seu lado, 
veja perceba que nem sempre vou sorrir por você. 
Eu apenas vou estar sorrindo para você. 
Meu sorriso por vezes substituem minhas palavras.

Lembrem muitas pessoas trazem feridas, 
tristeza mas mesmo assim não perdem o sorriso.
Devemos ser assim, enfrentar os desafios da vida, 
regados de um belo sorriso.