Valnice dos Anjos tem uma cômoda que foi da sogra e quer aproveitar na decoração da casa. Olha menina, se você gosta e quer manter a tradição, nem que seja em alguns poucos moveis, segue abaixo algumas sugestões. Inspire-se!
sábado, 8 de setembro de 2018
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
Mistura de estampas e cores.
O segredo é você olhar e gostar.
O truque é escolher o mesmo tema, ou usar uma cor que segure a mistura das estampas, as listras são ótimas para dar o “arremate”.
Ter coragem e experimentar, certamente você vai fazer uma decoração autoral ...
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quinta-feira, 6 de setembro de 2018
Ponte de concreto protendido mais longa do mundo próximo de ser concluída no Canal do Panamá
O Canal do Panamá deve celebrar em breve outro marco em sua longa história, com a conclusão iminente daquela que será a estrutura de concreto protendido mais longa do mundo. Com 530 metros de extensão, a Ponte Atlântica conectará as duas margens da entrada do Oceano Atlântico, quando for inaugurada em 2019.
A construção da ponte começou em 2013, em um esforço para conectar o porto de Colon às comunidades a oeste do Canal. A ponte foi projetada pela China Communication Construction Company, formada por HPDI e Louis Berger Group.
Dada a sua posição na entrada do Atlântico para uma das rotas marítimas mais cruciais do mundo, o vão da ponte tem 75 metros de altura para permitir a passagem de grandes navios de carga. Acima, uma via de quatro pistas para automóveis, pedestres e bicicletas será suspensa por cabos ancorados em dois grandes pilares de 212 metros de altura.
A ponte foi construída com concreto armado, em vez de aço que é o material mais comumente utilizado em pontes modernas dessa escala. A escolha se deve à resiliência do material ao ambiente altamente corrosivo da região.
Quando concluída, a Ponte Atlântica será a terceira ponte sobre o Canal do Panamá, depois da Ponte das Américas e da Ponte Centenária, ambas localizadas na porção do Pacífico.
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
Museu Nacional: Como fotos pessoais podem ajudar a resgatar a memória destruída pelo fogo
Museu Nacional ainda mensura os danos causados pelo incêndio a seu acervo
Nas primeiras horas após o incêndio que atingiu o Museu Nacional no domingo (02/09/2018), alunos do curso de museologia na Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) começaram a conversar no WhatsApp sobre reunir as fotos que tinham do espaço.
A ideia era tentar manter com as imagens a memória do acervo de mais de 20 milhões de itens que se perdia em meio ao fogo de grandes proporções.
Os alunos – do primeiro ao último semestre do curso – também divulgaram a ideia para amigos, e a mensagem viralizou. Até às 11h da manhã de segunda-feira, tinham recebido mais de 5 mil e-mails, com milhares de fotografias.
"Nossa ideia é trabalhar em conjunto com o Museu Nacional, estamos esperando eles responderem. É nossa forma de ajudar, já que eles vão ter um monte de coisa para resolver agora", diz Luana Santos, de 28 anos, aluna do 4º período de museologia da Unirio e uma das integrantes da iniciativa.
Em 2017, mais brasileiros foram ao Louvre, em Paris, do que ao Museu Nacional
Cientista arromba porta de Museu Nacional em chamas para recuperar peças 'insubstituíveis'
A ideia é manter essas fotos em um acervo digital que o público possa acessar, mas os alunos não decidiram o formato nem conseguiram catalogar as imagens que receberam.
"Ainda estamos atônitos e cansados, vários colegas estavam agora na Cinelândia (onde houve uma manifestação de luto pelo descaso com o museu)", diz a estudante.
Operação de combate ao fogo foi feita durante a noite
Operação de combate ao fogo foi feita durante a noite
Luana diz que o que se perdeu "é insubstituível", e que a ideia é lembrar não apenas do acervo, mas da tragédia que levou à destruição da maior parte dele. "Não podemos deixar isso acontecer de novo", afirma ela.
A iniciativa é importante não porque irá preencher o vazio deixado pelo incêndio, mas porque amplia a discussão sobre o descaso com a cultura no Brasil, segundo a professora da USP Giselle Beiguelman, especialista em preservação de arte digital.
"A memória da tragédia não é só as imagens do fogo, mas do quão mobilizatório isso se tornou. Espero que isso de fato produza uma corrente coletiva de conscientização" diz ela.
Memória da tragédia
"É obvio que essas imagens não vão recuperar o museu. Mas ao menos criam uma memória desse presente absurdo que estamos vivendo, de um museu desse porte ir ao chão em poucas horas", afirma Beiguelman.
Incidente no Museu Nacional foi o oitavo incêndio em dez anos a atingir prédios do patrimônio cultural e científico do país
Incidente no Museu Nacional foi o oitavo incêndio em dez anos a atingir prédios do patrimônio cultural e científico do país
Beiguelman afirma que a súbita mobilização gerada pela iniciativa dos estudantes deixa ainda mais claro que "o futuro da nossa memória passa por esses registros, que vão criando esses arquivos coletivos e espontâneos".
A digitalização, no entanto, nunca substitui a interface pessoal, diz ela.
"Ver um fóssil ao vivo é uma coisa, outra coisa é ver a foto. Estamos diante de uma tregédia que levou milhares de anos pras cinzas. É irreparável, não tem como cicatrizar, uma vergonha para a nossa história. Privamos o mundo de uma parte do seu passado", afirma Beiguelman.
Calculando as perdas
No caso do Museu Nacional, as imagens dos alunos que estão sendo reunidas – enviadas por visitantes e tiradas em maior parte com celular – não seriam suficientes para fazer um registro virtual 3D ou em alta definição dos itens que foram destruídos. Esse tipo de digitalização precisa ser feita com muito cuidado, com equipamento específico, com o acervo ainda intacto.
O custo, além disso, é elevado. "É caro porque o patrimônio é delicado, e fica em uma mídia que é programada para obsolescência. Não pode ser armazenado em um serviço comercial (como YouTube ou Dropbox, por exemplo), pois eles podem acabar de uma hora para outra", pondera Beiguelman.
Estudantes organizaram ato na Cinelândia após incêndio no museu
Estudantes organizaram ato na Cinelândia após incêndio no museu
A digitalização normalmente é uma ferramenta de pesquisa, o que também não pode ser feito com as imagens enviadas pelos visitantes.
Muitas peças do acervo eram itens únicos – esqueletos de dinossauros, múmias egípcias, utensílios produzidos por civilizações ameríndias durante a era pré-colombiana.
Em nota, o Museu Nacional afirmou que ainda está mensurando os danos ao acervo.
Um dos únicos itens até agora que se sabe que restaram do acervo do prédio central é o meteorito Bendegó. As coleções de botânica, parte da zoologia e a biblioteca central também não foram perdidas, pois estavam em um prédio anexo.
Localizado na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, o Museu Nacional é mais antigo do país e uma das instituições científicas mais importantes do Brasil. Fundado por Dom João 6º no dia 6 de agosto de 1818, acabara de completar 200 anos - mas tinha itens de milhões de anos.
(Leticia Mori - BBC News Brasil, São Paulo)
terça-feira, 4 de setembro de 2018
PAREDE VERDE

Se você pensa em colocar mais plantas no seu escritório ou na sua casa, porém esta sem espaço

Go Vertical, aliás que essa é uma solução que pode ser aplicada de muitas maneiras.

Com essa armação de ferro, você pode colocar vários vasos em um pequeno espaço em colunas ou em paredes
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
POLTRONA NUVENS DE PRATA
Poltrona inspirada nas nuvens, feita pelo designer Richard Hutten. A peça foi lançada na Feira de Milão de 2009.
domingo, 2 de setembro de 2018
Nosso Tempo (Carlos Drummond de Andrade)
Esse é tempo de partido,
tempo de homens partidos.
Em vão percorremos volumes,
viajamos e nos colorimos.
A hora pressentida esmigalha-se em pó na rua.
Os homens pedem carne. Fogo. Sapatos.
As leis não bastam. Os lírios não nascem
da lei. Meu nome é tumulto,
e escreve-se na pedra.
Visito os fatos, não te encontro.
Onde te ocultas, precária síntese,
penhor de meu sono, luz
dormindo acesa na varanda?
Miúdas certezas de empréstimos, nenhum beijo
sobe ao ombro para contar-me
a cidade dos homens completos.
Calo-me, espero, decifro.
As coisas talvez melhorem.
São tão fortes as coisas!
Mas eu não sou as coisas e me revolto.
Tenho palavras em mim buscando canal,
são roucas e duras,
irritadas, enérgicas,
comprimidas há tanto tempo,
perderam o sentido, apenas querem explodir.
Esse é tempo de divisas,
tempo de gente cortada.
De mãos viajando sem braços,
obscenos gestos avulsos.
Mudou-se a rua da infância.
E o vestido vermelho
vermelho
cobre a nudez do amor,
ao relento, no vale.
Símbolos obscuros se multiplicam.
Guerra, verdade, flores?
Dos laboratórios platônicos mobilizados
vem um sopro que cresta as faces
e dissipa, na praia, as palavras.
A escuridão estende-se mas não elimina
o sucedâneo da estrela nas mãos.
Certas partes de nós como brilham! São unhas,
anéis, pérolas, cigarros, lanternas,
são partes mais íntimas,
e pulsação, o ofego,
e o ar da noite é o estritamente necessário
para continuar, e continuamos
sábado, 1 de setembro de 2018
ARQUITETANDO COM THELMA: CRISTALEIRA!
Guadalupe Freire me pedi por e-mail que aqui, no blog, seja publicado algumas sugestões de cristaleiras, já que ela que expor louças e cristais antigos, herdados da avó.
As cristaleiras fazem toda a diferença na decoração, e podem ser usadas na sala de jantar, estar e também na cozinha. O estilo é variado, tem desde os modelos mais rústicos, com toque vintage, até as mais modernas com design diferenciado. Inspire-se!
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