sexta-feira, 8 de junho de 2018
quinta-feira, 7 de junho de 2018
Concurso para curadoria da Bienal de Arquitetura de SP
Elaborado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de São Paulo (IABsp), o concurso inédito para apresentação de propostas de curadoria da XII Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (XII BIA) está com inscrições abertas até o dia 10 de julho.
As inscrições no concurso, online e gratuitas, devem ser feitas por meio de formulário eletrônico disponível no site do IABsp. Podem participar indivíduos ou coletivos de qualquer nacionalidade ou país de residência, contanto que o responsável legal da equipe proponente seja cidadão brasileiro, formalmente estabelecido no Brasil. Todo o conteúdo deverá ser apresentado em português e inglês.
A comissão busca propostas que questionem e problematizem a atual situação da Arquitetura e Urbanismo, e que contribuam com o debate sobre as cidades e o papel que os profissionais da área devem prestar à sociedade. Como base de discussão, o IABsp organizará uma série de debates, até 30 de junho, sobre crítica, expografia e contexto nacional.
Segundo o IABsp, a XII Bienal Internacional de Arquitetura, que ocorrerá de setembro a dezembro de 2019, é o seu projeto mais significativo. "Desde sua primeira edição, em 1973, busca variadas formas de rever, discutir, explorar e tornar acessível a diversos públicos o amplo espectro da sociedade quando discutimos a ocupação do território, sendo uma importante manifestação cultural, social e política", diz a entidade.
Mais informações
http://www.iabsp.org.br/bia/
quarta-feira, 6 de junho de 2018
Dez dicas para quem quer começar a trabalhar com arquitetura social
(Vista de um dos blocos do Mutirão União da Juta, acompanhado pelo USINA CTAH)
Como empreender em Arquitetura Social? A questão foi o tema do III Seminário de Empreendedorismo e Novas Tecnologias em Arquitetura e Urbanismo, promovido pela Comissão Especial de Política Profissional do CAU/BR e pelo CAU/RO. O evento foi realizado nos dias 19 e 20 de março em Porto Velho e Ji-Paraná, as duas maiores cidades de Rondônia.
O Seminário apresentou diversas experiências bem-sucedidas, como o Programa Vivenda, de São Paulo (SP), uma empresa focada em tornar acessível, inclusive para pagamento, todo o processo que envolve uma reforma, da elaboração do projeto até a obra. Quem também relatou uma experiência de sucesso foi a ONG Soluções Urbanas, do Rio de Janeiro (RJ). A organização trabalha desenvolvendo tecnologias sociais para construção, recuperação, manutenção, uso sustentável e redução de riscos de habitações de interesse social. O evento teve ainda a presença de representantes do Sebrae-RO, que mostraram como o programa Sebraetec pode ajudar os pequenos escritórios de Arquitetura e Urbanismo a inovar em suas áreas de negócio.
Veja as principais dicas dos palestrantes para os profissionais e escritórios interessados em empreender em Arquitetura Social:
1. Focar no mercado de reformas
O déficit habitacional do país é de 6,2 milhões de moradias. Enquanto isso, 14,7 milhões de residências construídas têm graves inadequações e necessidade de reformas – mais que o dobro. Como pelo menos 60% da produção habitacional é informal, há muito o que ser adequado e acabado, defende a ONG Soluções Urbanas. Enquanto o Governo Federal investe mais fortemente na construção de novas moradias (R$ 243 bilhões destinados ao Minha Casa, Minha Vida entre 2009 e 2015), a adequação e a reforma das existentes ficam em segundo plano (R$ 39 bilhões destinadas a programas de melhoria habitacional do PAC entre 2007 e 2015, incluindo infraestrutura, saneamento e melhorias residenciais). É um mercado aberto à iniciativa privada.
2. Investir na população considerada de baixa renda
Cerca de 85% dos cidadãos brasileiros estão enquadrados nas classes C, D e E, segundo o IBGE. A relevância econômica dessa fatia de mercado é crescente, segundo o Programa Vivenda: são responsáveis por 68% das compras de varejo de materiais de construção, 69% dos cartões de crédito e representam 75% do total de pessoas que acessam a internet no país. É uma fatia de mercado crescente a ser explorada pelos profissionais de arquitetura e urbanismo.
3. Fazer promoção local
Segundo a Comissão de Política Profissional do CAU/BR, grande parte da sociedade não sabe da real importância do arquiteto e urbanista e associa o trabalho do profissional ao caro e ao supérfluo. A atuação do profissional em campo em áreas de menor renda média e junto a associações locais ajuda o arquiteto e urbanista a desmitificar e demonstrar como seu trabalho pode efetivamente contribuir para a melhoria da vida dos potenciais clientes. É preciso conhecer o mercado em que a empresa pretende atuar e fazer com que os potenciais clientes também conheçam o escritório e seus arquitetos e urbanistas.
4. Abranger do projeto à finalização da obra

Para oferecer um serviço de Arquitetura Social de qualidade e com viabilidade econômica, o mercado demanda que a empresa faça não apenas o projeto, mas gerencie todas as etapas – planejamento, material, mão de obra e financiamento. É preciso facilitar a vida do cliente para tornar o serviço atrativo.
5. Oferecer condições de parcelamento
A possibilidade de financiamento do projeto e da obra deve ser viabilizado pela empresa junto aos bancos. O Programa Vivenda, por exemplo, financia projetos com custo médio de R$ 5.000 em até 30 vezes, com parcelas mínimas de R$ 100, dependendo do perfil da família atendida.
6. Comprar materiais diretamente dos fabricantes
O Programa Vivenda está desenvolvendo parcerias piloto para comprar mais barato direto da indústria e utilizar a loja de materiais de construção local apenas como operador de armazenagem e entrega, diminuindo o custo final para o cliente. Para isso, é preciso um acordo de médio ou longo prazo ou a compra conjunta de um volume grande de material.
7. Qualificar mão de obra local
Para a ONG Soluções Urbanas, é preciso que as empresas e organizações selecionem e treinem profissionais que atendam de modo mais direto os moradores do próprio local. Isso diminui os custos e aumenta a eficiência das contratações.
8. Viabilizar metodologias de troca e mutirões
A atuação da empresa de Arquitetura e Urbanismo junto a entidades ou grupos de moradores possibilita a adoção de meios alternativos de mão de obra. É possível viabilizar mutirões e mecanismos de troca, em que serviços do próprio morador são oferecidos pelo trabalho dos pedreiros e auxiliares da obra.
9. Buscar parcerias
Além dos recursos do próprio contratante ou beneficiário, empresas de cunho social e ONGs de Arquitetura Social podem arrecadar recursos com apoio de institutos privados e outras empresas, realizar parcerias para projetos específicos, firmar convênios com o Poder Público, se associar a universidades e centros de pesquisa, conseguir apoio de agências de fomento, arrecadar dinheiro via financiamento coletivo e editais para assistência técnica para habitação de interesse social.
10. Elaborar um plano de negócios
É importante a visão do administrador antes de abrir um negócio para avaliar a viabilidade econômica e comercial do empreendimento. De acordo com o Sebraetec, 82% das empresas que receberam consultoria afirmam reduzir desperdício e 77% reduzir custos. Além disso, 90% afirmam ter melhorado a qualidade dos serviços oferecidos e 45% passaram a oferecer outros serviços com sucesso.
terça-feira, 5 de junho de 2018
Teatro-auditório de Llinars del Vallès, Barcelona.
À noroeste da trama urbana da Vila de Llinars del Vallès encontra-se o terreno sobre o qual foi construído o edifício do Teatro-Auditório Público de Llinars del Vallès, que dista 40 quilômetros a nordeste de Barcelona. Projeto do arquiteto português Álvaro Siza com o estúdio de arquitetura Arista. O prédio de tijolos vermelhos, consiste em dois volumes principais: um para o auditório, com capacidade para 300 lugares, e outro que abriga os escritórios e áreas técnicas. O esquema adquire um aspecto diferente dependendo de onde é visto. O auditório foi concluído em novembro de 2015 e foi inaugurado em 2016. É o primeiro grande projeto, relatado, que se desdobra sobre terrenos públicos adjacentes resultantes do parcelamento do plano parcial Can Marquès. No âmbito deste plano, suas faces leste-sul-oeste, de forma sensivelmente triangular, marca-se uma cunha com o perímetro irregular consolidado pela vila de Llinars, relacionando o centro da vila com seu limite na parte noroeste. Os terrenos citados, mantidos pela casa agrícola de Can Marquès que dá o nome ao plano parcial, correspondem ao parque urbano e a usos de equipamentos e residências de proteção pública.



segunda-feira, 4 de junho de 2018
90 anos, não são 90 dias!
Parabéns, mamma!
É inacreditável como sua juventude se mantém mesmo com noventa anos de idade.
Seu jeito de ver o mundo continua fresco, leve e risonho.
Mantenha esse sorriso e obrigado por tudo!
Paz, saúde e alegria.
domingo, 3 de junho de 2018
sábado, 2 de junho de 2018
Ainda sobre papel de parede!
O papel de parede hoje em dia pode ser colocado em qualquer ambiente da casa, se a intenção é aplicar um papel de parede de paisagem no escritório ou ponto comercial, o ideal é optar por estampas mais discretas ou que tenham a ver como seu ramo de atuação
sexta-feira, 1 de junho de 2018
Papel de Parede em Banheiro!
O banheiro é o cômodo que exige mais cuidado na aplicação de um papel de parede, já que é um local onde existe muita circulação de água, o que pode acabar danificando o seu papel mais rapidamente. Por esse motivo, você deve optar por papéis impermeáveis e colocá-lo em uma parede que não recebe água diretamente.
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