quarta-feira, 18 de maio de 2011

CASA MINIMALISTA - COLÔNIA (ALEMANHA)

Projeto dos arquitetos alemães Jack Viola e Antonio Molina, essa casa fica em Colônia (Alemanha). Tem aproximadamente 200m2 de área,  com  interior é iluminado e arejado, graças às paredes brancas, e diversas janelas grandes e clarabóias. Conheça essa casa onde o menos é mais. Os pisos de madeira escura em toda parte, não dominam o visual do ambiente. Veja o espaço que parece uma extensão de vidro no jardim, que fica atrás da casa.










Pesquisa feita na internet.

terça-feira, 17 de maio de 2011

BANCO FORKOLA - KARIN HASHID

Conheça o banco "Forkola", criado pelo design Karim Rashid,  inspirado nas gôndolas de Veneza (Itália), apresentado na exposição  no Museu da Trienal Week 2010 de Milão, onde participaram 22 design. Essa mostra apoia valores ecológicos e ligados à reutilização de produtos,  esse em particular pertence a paisagem de Veneza, o "briccole". Projeto da emprêsa Riva 1920.
A madeira passa por um tratamento de mergulho na água, que dura de cinco a dez anos, antes de ser esculpida.
                                




segunda-feira, 16 de maio de 2011

PROJETO LEVE E SOLTO


Um belíssimo projeto onde a pureza das linhas é levado ao extremo.


Projeto de autoria do trio de arquitetos Matija Bevk, Vasa Perović e Uršula Oitzl.


Leveza e suavidade.

Gosto muito da simplicidade e da falta de rebuscamento.

domingo, 15 de maio de 2011

PARQUE PITUAÇU (SALVADOR - BAHIA / BRASIL)

A ARTE DA TOLERÂNCIA (FREI BETO)

Tolerância é a capacidade de aceitar o diferente. Não confundir com o divergente.
Intolerância é não suportar a pluralidade de opiniões e posições, crenças e idéias, como se a verdade fizesse morada em mim e todos devessem buscar a luz sob o meu teto.

Conta a parábola que um pregador reuniu milhares de chineses para pregar-lhes a verdade. Ao final do sermão, em vez de aplausos houve um grande silêncio. Até que uma voz se levantou ao fundo:
"O que o senhor disse não é a verdade".
O pregador indignou-se:
"Como não é verdade? Eu anunciei o que foi revelado pelos céus!"
O objetante retrucou:
 "Existem três verdades. A do senhor, a minha e a verdade verdadeira. Nós dois, juntos, devemos buscar a verdade verdadeira".

Só os intolerantes se julgam donos da verdade.
Todo intolerante é um inseguro. Por isso, aferra-se aos seus caprichos como um náufrago à tábua que o mantém à tona. Ele não é capaz de ver o outro como outro. A seus olhos, o outro é um concorrente, um inimigo ou, como diz um personagem de Sartre, "o inferno". Ou um potencial discípulo que deve acatar dócilmente suas opiniões.
 
O tolerante evita colonizar a consciência alheia. Admite que, da verdade, ele apreende apenas alguns fragmentos, e que ela só pode ser alcançada por esforço comunitário. Reconhece no outro a alteridade radical, singular, que jamais deve ser negada.
Ser tolerante não significa ser bobo. Tolerância não é sinônimo de tolice.
O tolerante não desata tempestade em copo d’água, não troca o atacado pelo varejo, não gasta saliva com quem não vale um cuspe.
Ele jamais cede quando se trata de defender a justiça, a dignidade e a honra, bem como o direito de cada um ter seus princípios e agir conforme sua consciência, desde que isso não resulte em opressão ou exclusão, humilhação ou morte.

Das intolerâncias, a mais repugnante é a religiosa, pois divide o que Deus uniu.

Quem somos nós para, em nome de Deus, decretar se esses são os eleitos e, aqueles, os condenados?
Só o amor torna um coração verdadeiramente tolerante. Porque quem ama não contabiliza ações e reações do ser amado e faz da sua vida, um gesto de doação.


Carlos Alberto Libânio Christo (Frei Betto) - Escritor e religioso dominicano mineiro (1944).

sábado, 14 de maio de 2011

BLOCOS DE ISOPOR - ESTRADA BR101

Veja abaixo o passo-a-passo da utilização dos blocos de EPS (Isopor) na ponte do Rio Preto, extensão 59,4Km, entrada do município de Lucena (PB), trecho da duplicação da  Rodovia BR101 - Corredor Nordeste, que tem 400km, indo de Natal (RN) até Palmares (PE). Largamente adotada nos Estados Unidos e Europa, a aplicação do EPS em estradas ainda é pouco conhecida no Brasil. O seu uso na estrutura resolve dificuldades com solos moles, substituindo o tradicional aterramento, e serve como base para receber o asfalto, evitando recalques na pista, comuns quando utilizado a terra neste tipo de solo.
                                                   (Preparação do terreno da cabeçeira da ponte para receber 7.000 m³ de EPS em blocos com dimensões de 4 metros de comprimento, por 1,25 m de largura e 1 m de altura)
 
Neste trecho da BR 101, os blocos de EPS foram colocados na cabeceira da ponte em 5 camadas de 90 metros de extensão, em área de 1.430 m². Foram utilizados 1.400 blocos, cobertos por um filme plástico (PEAD) protegidos por concreto, sobre o qual se aplicou uma camada menor de aterro tradicional. Após essa etapa, outro pavimento de concreto foi colocado, com cerca de 44 cm concluindo assim toda estrutura.

 
 , (Primeira camada – assentamento de blocos no solo)
O bloco de isopor é resistente à compressão, bem mais leve que os outros materiais, proporcionando uma redução na pressão exercida em cima desses solos, tem baixo custo em comparação com outras tecnologias e é totalmente reciclável (sua decomposição levar cerca de 400 anos, o que garante a segurança e a estabilidade ao terreno onde foi aplicado.
                  
Um dos principais problemas na construção de rodovias é o chamado solo compressível localizado próximo aos leitos dos rios, que são camadas de aterros onde a presença de material orgânico é predominante, os blocos resolve essa baixa resistência nestas áreas.
(Nivelamento da primeira camada)
É a primeira obra em estradas da região que utiliza o conceito de aterro ultraleve, com aplicação de isopor em solos moles.
 (Terceira camada de blocos)


(Aplicações dos blocos - quarta camada).
                       
A elaboração deste projeto e acompanhamento da obra foi da Geoprojetos Engenharia Ltda.

(Conclusão da quinta camada e ínicio da concretagem sobre filme de PEAD e tela metálica)
Essa obra faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), responsabilidade do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT/PB) e 1ºBatalhão de Engenharia de Construção do Exército.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

AR CONDICIONADO QUE NÃO CONSOME ELETRICIDADE - CHAMNÉ SOLAR

No Brasil, cada região possui um clima diferente, bom para uns e ruim para outros. Para ajudar a refrescar quem vive em áreas mais quentes, professor Maurício Roriz e seus orientandos, fez estudo sobre "Chaminés Solares" (Universidade Federal de São Carlos), que adota o mesmo princípio do aquecedor solar de água, que pode ser instalada para estimular a ventilação natural em residências ou escritórios.  Vejam abaixo os comentários do pesquisador sobre o assunto, ficamos torcendo para que o resultado chegue rápido, e assim o alto consumo de energia diminua.
 
Chaminé Solar
(O ar-condicionado natural se baseia no chamado "efeito chaminé": no interior da estrutura, o ar aquecido se torna mais leve e tende a subir, aspirando o ar dos ambientes e substituindo-o pelo ar exterior).
 
"A chaminé funciona como coletor solar: raios solares passam o vidro e aquecem a placa metálica preta, situada abaixo dele. Aquecida, a placa emite calor, mas em frequência diferente da que vem do sol e para a qual o vidro é opaco. O calor entra, mas não consegue sair".
Nos coletores solares convencionais a água se aquece ao circular em tubos que passam sob a placa quente.
"Na chaminé solar, em vez de água passa o ar"..

O ar-condicionado natural se baseia no chamado "efeito chaminé": no interior da estrutura, o ar aquecido se torna mais leve e tende a subir, aspirando o ar dos ambientes e substituindo-o pelo ar exterior, mais puro e geralmente mais confortável, particularmente nos climas típicos do Brasil.
"Trata-se, portanto, de processo de ventilação provocado por diferenças de temperatura e de pressão, sendo muito eficiente para promover o conforto térmico nas horas quentes, mesmo em áreas urbanas densamente ocupadas, onde os obstáculos impedem o aproveitamento da ação direta do vento".
 
Por uma conjugação de diversos fatores, as cidades se tornam cada vez menos confortáveis, provocando as chamadas ilhas urbanas de calor.
"Além dos obstáculos à ventilação natural, as áreas com pavimentação impermeável crescem, invadindo os espaços onde havia parques, bosques e jardins, cuja vegetação contribuiria significativamente para amenizar o clima".
 
Os edifícios não são projetados/construídos para favorecer os processos naturais de promoção do conforto térmico. O uso indiscriminado do vidro, sem o devido sombreamento, transforma a edificação em verdadeiro coletor solar.
"Tentando se proteger, o usuário fecha cortinas, interrompendo a ventilação natural e escurecendo o ambiente. Então, acende lâmpadas, que também geram calor, assim como os outros equipamentos elétricos que usamos em nossos escritórios e residências. Desse círculo vicioso resultam desconforto e desperdício de energia".
Arquitetura bioclimática
Existem diversas técnicas e estratégias, denominadas bioclimáticas, que podem contribuir para elevar a qualidade dos edifícios, mas são pouco conhecidas e aplicadas no Brasil. A chaminé solar é uma das técnicas da arquitetura bioclimática, assim como as coberturas "verdes" (uso de vegetação sobre as coberturas das edificações), a refrigeração evaporativa (sistema natural de resfriamento baseado na evaporação da água) e a inércia térmica do solo e dos sistemas construtivos (que guarda o calor nas horas quentes para combater o frio das madrugadas, ou vice-versa).
Essas técnicas têm como objetivo contribuir com a preservação do meio ambiente e a eficiência energética do ambiente construído, obtidas por meio do uso racional dos recursos naturais, além de proporcionar o conforto térmico aos ocupantes das edificações. É possível construir edifícios confortáveis sem condicionador de ar, aproveitando a ventilação natural.
"Os condicionadores convencionais de ar ressecam o ambiente e prejudicam o sistema respiratório humano, além de impactarem negativamente o meio ambiente. A chaminé solar proporciona ventilação, sem consumir eletricidade e sem agredir a natureza". .
Como um dos resultados o pesquisador desenvolveu o software "Chaminé", calcula a ventilação provocada por diferentes situações de uma chaminé solar, contém dados climáticos de mais de 300 cidades de todo o país e pode ser baixado gratuitamente no endereço:

(Mônica Pileggi - Agência Fapesp - 28/04/2011)

quinta-feira, 12 de maio de 2011

CABIDEIRO CLEAN



Cabideiro L5, de Mirla Fernandes e R. Leão. Criativo, funcional e minimalista.