sábado, 7 de maio de 2011

ARQUITETANDO COM THELMA - COBOGÓ

PERGUNTA POR E-MAIL DE MAÍSA BOFH:
" - Tenho alguns problemas na minha casa de iluminação e ventilação. Gostaria de sua opinião e sugestões com relação ao uso de cobogós... O que você acha?!! Obrigado. - "
RESPOSTA:
" - Sabia que o cobogó é um elemento arquitetônico tipicamente brasileiro? Pois é, é assim chamado com base nas iniciais do sobrenome dos inventores (Coimbra, Boeckmann, e Góis. O cobogó foi varrido durante muito tempo de todas as áreas de uma casa, agora voltou com força total, ganhando releituras e resgatando o passado com contemporaneidade, virou modo o retrô-chic. Foram muito utilizados nos anos 50 e 60 para embelezar fachadas e também dividir ambientes, eu mesma lembro de algumas fachadas interessantes com cobogós feitos em louça. Podem ser usados em todos os ambientes, desde muros, como separador de áreas, bem como divisórias em ambientes internos. Possibilitam a circulação de ar e a iluminação natural, dando um ar descontraído ao espaço onde ele estiver sendo utilizado. Veja as fotos abaixo e tire suas proprias conclusões. Boa sorte! - "






















Pesquisa feita na internet.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A ARTE DE CHRIS SCARBOROUGH

As obras do artista americano Chris Scarborough possuem detalhes bem diferenciados. O fotográfo consegue provocar, com alguns personagens, que são como bonecas ou figuras das revistas em quadrinhos, uma sensação estranha, seres plastificados. Me lembrei de imediato de um reality show que passa na tv por assinatura sobre as mulheres de alguns roqueiros...

 








www.marcia wood.gallery.com

quinta-feira, 5 de maio de 2011

LOUNGE/CHAISE "BIKNIT" - PATRÍCIA URQUIOLA

Quer renovar seus móveis? Que tal dar uma olhadinha na Coleção Biknit, da design espanhola Patrícia Urquiola, para a Moroso. Lançamento no Salão dos Movéis de Milão (Itália), 2011. Vai rejuvenescer sua sala ou seu  jardim.
Disponível na versão lounge e chaise, é projetada com diferentes materiais, formas e texturas, podem ser usadas em áreas internas, como externas, tudo vai depender da escolha do material a ser utilizado.
 Para a trama foi encontrada uma solução inovadora, malha tubular em PVC com núcleo de poliéster, combinados com uma rede interna em polipropileno contendo chips de polietileno reciclado, resiste às condições climáticas e aos raios do sol.  Disponível a partir de 2012. 
Com assento confortável e informal, e estrutura em madeira reciclada.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

MAISON DO ESTILISTA ALEXANDRE HERCHCOVITCH - TÓQUIO (JAPÃO)

Por falar em estilista, vamos ver a  Maison do estilista brasileiro Alexandre Herchcovitch, inaugurada em 2007, Tóquio (Japão), projeto do também brasileiro arquiteto Arthur Casas.
As peças são expostas literalmente numa caixa. As fachadas se alteram periodicamente com as estampas das coleções que Alexandre desenha.  
Esse foi um casamento entre a moda e a arquitetura, com aquele final feliz: E foram felizes para sempre...



 “Como não possuía nenhum charme, decidi cobri-la com uma estrutura de fórmica, que funciona como suporte para as estampas das criações do estilista, substituídas a cada nova coleção”, diz Casas.
 O desenho proposto desperta curiosidade quando a loja está fechada - uma curiosidade que não se sacia por completo quando está aberta, já que “ela não se expõe completamente”, observa o arquiteto. E ainda diz que consumidores japoneses sao diferentes dos brasileiro: nós amamos tudo junto de uma vez na vitrine, ja os japoneses preferem ser "atiçados" e convidados a entrar através de uma vitrine quase que enigmatica.



terça-feira, 3 de maio de 2011

SOFÁ "SÓSIA" - BY EMANUELE MAGINI

Sofá Sósia, apresentado no "Salone Internazionale del Mobile", em Milão (Itália), edição 2011. Moderno e contemporâneo, com forma livre e design adaptável. Tem aba de tecido flexível, com zíper. Inclui ou expõe, dependendo de sua configuração, dois assentos almofadados que podem ser ajustados para revelar uma variedade de arranjos enorme do assento.Criado pelo designer  italiano Emanuele Magini.
Toda flexível e com um toque de humor. Pode ser usada de várias formas sem ser convencional.
Maiores informações, acesse o site:

segunda-feira, 2 de maio de 2011

APARTAMENTO DA ESTILISTA DANIELLA ISSA HELAYEL

A brasileira Daniella Issa Helayel, nascida no Rio de Janeiro, por ser uma das estilistas preferidas de Kate Middlenton, agora tem os holofotes voltados para o seu talento que é reconhecido pelo mundo. A residência da dona da grife "Issa" fica no bairro Chelsea, Londres (Inglaterra).


Objetos multiculturais que foram colecionados pelas suas andanças pela Africa, Tailandia e Marrocos.
Sua paixão por borboletas é revelada pelos muitos quadros.


Pesquisa feita na internet.

domingo, 1 de maio de 2011

PRAIA DO PORTO DA BARRA - (SALVADOR - BAHIA / BRASIL)

Excelente praia para os que apreciam a pratica do mergulho.

AINDA NO ESPIRITO DO CASAMENTO REAL

Mantendo vivo o espirito do casamento real acontecido que ainda permeia por aqui, aproveito o tema.

Grinalda de Verbenas - Flores com sentido forte e divino.
No século passado na Alemanha, as noivas usavam grinalda de verbenas, tradição da antiguidade clássica, quando a planta era consagrada a Vênus. As verbenas usadas nos adereços da cabeça das mulheres serviam para incendia-las. Também para a puricação dos lares. Essa planta dos deuses itifálicos, está associada aos rituais de fertilidade, erva divina dos druidas, planta que iluminava as fogueiras de São João.
Uso do Véu
Costume vindo da Grécia antiga, servia para proteger a noiva de mau olhado ou dos seus possíveis admiradores. Em árabe, o véu tem significado mais amplo: separar vida de solteira para vida de casada. A grinalda nada mais é que um acessório para diferenciar a noiva dos outros convidados e fazer com que ela pareça uma rainha. Quanto maior a grinalda, mais status e riqueza a noiva tem.

Buquê
Diz a lenda que o acessório surgiu na Grécia como um tipo de amuleto contra o mau-olhado. Eles continham alho, flores e ervas e possuíam um cheiro bem forte. Cada flor tinha um significado especial e, para que tudo desse certo, era necessário confeccionar dois buquês: um para ser abençoado pelos sacerdotes (que depois deveria ser guardado) e o outro para ser lançado às solteiras, assim como hoje.
Aliança
O termo aliança significa compromisso. Quer unir e ao mesmo tempo isolar de possíveis pretendentes para os noivos. Para os esotéricos, o objeto possui poderes mágicos e colocar um anel no dedo de outra pessoa significa aceitar o outro como ele é e ganhar um tesouro. A tradição cristã diz que a aliança começou a ser usada no século XI e era colocada no terceiro dedo da mão. Isto porque se acreditava que neste dedo havia uma veia que iria direto para o coração. Ainda hoje os casamentos islâmicos conservam esta tradição.
Vestido de Noiva
Existem relatos bíblicos sobre as cerimônias e seus rituais, desde que o mundo é mundo, e a noiva sempre vestiu algo especial. 
(Victoria Beckham)
Os vestidos podiam ser de qualquer cor, inclusive muito se usou vermelho na Idade Média (entre 476 d.C. e 1453 d.C.) e em culturas diferentes, como no Japão, Índia e China.
 O preto predominou na alta Renascença (século XVI), entrando no período barroco (século XVII), época que a Espanha ganhou primazia nos costumes europeus, e a cor mais propícia para se apresentar numa sociedade extremamente religiosa, inclusive para as noivas, era preto.
 (Luciana Cardoso e Faustão no dia do casamento) 
Quanto a origem do vestido branco, com véu e grinalda, não há consenso. Registros dizem que a rainha Mary Stuart (Escócia) foi a pioneira e aderiu ao branco no século XVI. A escolha da cor por Mary Stuart foi feita para homenagear à família Guise (lado materno), que tinha a cor branca no brasão.
Outros dizem que foi a rainha Maria de Médici (França - XVII), por ela ser italiana usou uma vestimenta branca, com detalhes dourados e decote quadrado, causando "frisson" na corte francesa. Mesmo sendo de tradição católica, ela se rebelou contra a estética religiosa que indicava o uso de cores escuras, via de regra preto, e vestidos fechados até o pescoço.
Mas o amor romântico faz com que se atribua a origem do vestido de noiva branco à rainha Vitória (Inglaterra - XIX), já que ela foi uma das primeiras nobres a se casar por amor, com vestido e véu brancos e sem coroa, o que também foi inédito. Por ser rainha, ela quem pediu o marido, príncipe Albert, em casamento. Depois que o marido morreu, a rainha Vitória só usou preto, por isso se associa a época vitoriana a essa cor.
 Rainha Vitória

       Rainha Elizabeth II

Grace, Princesa de Monâco 

 Diana, Princesa de Gales

 Princesa Mary, Dinamarca

 Princesa Letizia, Espanha

 Princesa Clotilde, Veneza

Marie Chantal, Grecia

 Maxima, Holanda

 Matilde, Belgica

Princesa Victoria, Suécia

Kate, Duquesa de Cambridge 


Pesquisa feita na internet